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Volta às aulas pesa no bolso? Veja como planejar os gastos com escola
Publicado 21/01/2026 • 10:56 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 21/01/2026 • 10:56 | Atualizado há 2 horas
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Foto: Canva Elements
Volta às aulas pesa no bolso? Veja como planejar os gastos com escola
Com a chegada do início do ano letivo, em janeiro, famílias de todo o país voltam a fazer contas para acomodar no orçamento despesas da volta às aulas, que vão muito além da mensalidade escolar.
Em um cenário de renda pressionada e aumento do endividamento, planejar gastos como matrícula, material, uniforme e atividades extras tornou-se essencial para evitar desequilíbrios financeiros ao longo do ano.
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Ao escolher uma escola, especialmente na rede privada, a mensalidade costuma ser o principal critério de decisão. Mas ela representa apenas uma parte do custo total da educação, outros gastos incluem:
Já formam um pacote relevante logo no início do ano. Ao longo dos meses, entram ainda despesas recorrentes ou eventuais, como alimentação na escola, lanches, aulas extracurriculares, passeios, excursões e reforços pedagógicos.
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Em algumas instituições, o almoço é cobrado à parte. Em outras, pequenas compras no recreio acabam somando valores significativos ao final do mês.
Também há gastos menos previsíveis, como datas comemorativas. Páscoa, Dia dos Professores e Natal costumam mobilizar ações coletivas ou lembranças que, embora opcionais, acabam sendo incorporadas à rotina escolar de muitas famílias.
Entre as alternativas para planejar os gastos com escola estão:
Segundo especialistas do blog Bora Investir, do B3, uma das recomendações é mapear todos os custos relacionados à vida escolar e organizá-los em uma planilha anual.
A ideia é ter uma visão clara de quais despesas são mensais e quais se concentram em determinados períodos, como o início do ano ou o segundo semestre.
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Com esse panorama, é possível decidir se vale mais a pena formar uma reserva específica para educação ou diluir os gastos ao longo do ano, inclusive por meio do cartão de crédito, desde que isso não comprometa o limite nem gere juros.
Uma estratégia comum é somar todas as despesas previstas para o ano e dividir o total por 12. Dessa forma, a família transforma gastos concentrados em parcelas mensais mais previsíveis, facilitando o controle do orçamento e reduzindo o impacto de desembolsos elevados em meses específicos.
Falar em limite para gastos com educação costuma ser um tema sensível, o investimento está diretamente ligado às expectativas sobre o futuro dos filhos, o que muitas vezes dificulta decisões mais racionais.
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Ainda assim, especialistas alertam que o compromisso com a educação não deve comprometer a saúde financeira da família.
Uma das recomendações é estabelecer um teto proporcional à renda. Há planejadores que sugerem que todas as despesas educacionais, somadas, não ultrapassem cerca de 30% do orçamento familiar.
Em uma renda mensal de R$ 10 mil, por exemplo, isso significaria um limite de até R$ 3 mil para mensalidade, materiais, transporte e extras.
O primeiro passo é definir a renda líquida familiar, considerando salário e outras fontes de receita, a partir daí, é importante listar compromissos fixos, como moradia, alimentação, saúde, dívidas, além de objetivos de médio e longo prazo, como aposentadoria e projetos pessoais.
Dentro desse planejamento, a educação deve aparecer como prioridade, mas integrada a um orçamento equilibrado.
A lógica não é gastar o que sobra, mas decidir conscientemente como a renda será distribuída entre necessidades, objetivos e investimentos.
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Essa mudança de mentalidade e planejamento ajuda a reduzir o estresse financeiro e evita que despesas previsíveis, como as volta às aulas.
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