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EUA anunciam novas diretrizes nutricionais; veja o que muda
Publicado 07/01/2026 • 20:13 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 07/01/2026 • 20:13 | Atualizado há 1 uma semana
KEY POINTS
USA TODAY Network via Reuters Connect
O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., em discurso no Capitólio do Arizona em Phoeniz, em 8 de abril de 2025.
O secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., e a secretária de Agricultura, Brooke Rollins, anunciaram nesta quarta-feira (7) novas diretrizes nutricionais federais, com foco no consumo de mais alimentos naturais, maior ingestão de proteína e redução de alimentos ultraprocessados e açúcares adicionados.
O novo guia substitui o modelo MyPlate, adotado durante o governo de Barack Obama, e passa a enfatizar proteínas, vegetais, laticínios integrais e gorduras consideradas saudáveis. Entre as principais mudanças estão a recomendação de priorizar proteínas em relação a carboidratos, optar por laticínios integrais no lugar das versões com baixo teor de gordura e reduzir o consumo de itens como pão branco, salgadinhos e doces.
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A nova pirâmide alimentar também inclui gorduras como abacate e laticínios integrais e sugere o uso de azeite de oliva, manteiga ou gordura bovina no preparo dos alimentos.
“Estamos encerrando a guerra contra as gorduras saturadas”, afirmou Kennedy durante coletiva na Casa Branca. O site oficial das diretrizes também destaca a mensagem de que o governo estaria “encerrando a guerra contra a proteína”.
Kennedy classificou a atualização como “a maior redefinição da política federal de nutrição da história”. A agenda defendida por ele, batizada de “Make America Healthy Again” (MAHA), tem como objetivo combater o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas. Também estimula mudanças mais polêmicas, como maior consumo de carne vermelha e o uso de gordura animal na alimentação — medidas que parte da comunidade científica associa a riscos cardiovasculares quando adotadas em excesso.
A movimentação já provoca reflexos na indústria. Empresas como PepsiCo e J.M. Smucker anunciaram planos para eliminar corantes sintéticos e outros ingredientes artificiais de seus produtos. Desde a confirmação de Kennedy no cargo, o setor teme um aumento da regulação, especialmente sobre alimentos ultraprocessados, embora mudanças regulatórias mais profundas ainda não tenham sido implementadas.
As diretrizes alimentares são atualizadas a cada cinco anos pelo Departamento de Agricultura (USDA) e pelo Departamento de Saúde (HHS). Mesmo que muitos consumidores não sigam diretamente as recomendações, elas servem como referência para profissionais de saúde, formuladores de políticas públicas e para a própria indústria alimentícia.
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As mudanças também impactam merendas escolares e programas federais de alimentação. Segundo o grupo de defesa do consumidor Center for Science in the Public Interest, cerca de 25% da população americana poderá ser diretamente afetada pelas novas regras.
Um ponto que gerou debate é a divergência em relação a recomendações anteriores. Em 2024, um comitê independente de especialistas havia sugerido maior consumo de alimentos de origem vegetal, laticínios com baixo teor de gordura e redução de carne vermelha e bebidas açucaradas. Ainda não está claro em que medida esse relatório foi considerado na formulação das novas diretrizes.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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