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Artemis II reacende corrida espacial e pode gerar empregos, tecnologia e negócios, diz Marcos Pontes
Publicado 01/04/2026 • 19:51 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 01/04/2026 • 19:51 | Atualizado há 2 horas
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O retorno da humanidade à órbita da Lua com a missão Artemis II reacende a corrida espacial e pode abrir uma nova frente de desenvolvimento tecnológico, comercial e geopolítico no mundo. A avaliação é do senador e astronauta Marcos Pontes, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
A Artemis II é a primeira missão tripulada do programa Artemis e vai marcar o primeiro voo com astronautas ao redor da Lua em mais de 50 anos. Segundo a NASA, a missão deve durar cerca de 10 dias e servirá para testar, com tripulação a bordo, o foguete Space Launch System (SLS), a cápsula Orion e os sistemas necessários para futuras missões lunares e, mais adiante, voos a Marte.
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Segundo Pontes, essa nova fase da exploração espacial tem características diferentes da disputa travada durante a Guerra Fria. Se antes o foco estava mais ligado à rivalidade militar entre potências, agora o avanço no setor passa também pela lógica de mercado, inovação e geração de oportunidades econômicas.
Para ele, a presença crescente de empresas privadas no setor ajuda a acelerar esse processo. Ao citar companhias como SpaceX, Blue Origin e Virgin, Pontes afirmou que a participação comercial aumenta a eficiência, amplia as oportunidades e pode trazer ganhos em velocidade de desenvolvimento e controle financeiro dos projetos.
“Isso vai trazer nota fiscal e emprego”, afirmou.
Pontes também destacou que o Brasil pode se beneficiar desse movimento. Segundo ele, a adesão do país ao programa Artemis abre espaço para participação de empresas nacionais no desenvolvimento de tecnologias, equipamentos e subsistemas que poderão ser usados em estruturas lunares, rovers e outras missões futuras.
Além do potencial econômico, o astronauta ressaltou que a corrida espacial moderna também está diretamente ligada à soberania tecnológica. Na avaliação dele, os países mais fortes no futuro serão aqueles capazes de liderar áreas como ciência, inovação e inteligência artificial.
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“Os países mais poderosos vão ser aqueles que têm mais tecnologia”, disse.
Pontes afirmou ainda que a exploração espacial humana segue essencial, mesmo com o avanço de robôs, sondas e inteligência artificial. Na visão dele, o avanço da missão Artemis pode servir também como inspiração para jovens brasileiros e para o fortalecimento do programa espacial nacional, desde que o país trate ciência, tecnologia, inovação e educação como prioridades estratégicas.
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