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Trump: petroleiras dos EUA vão operar na Venezuela
Publicado 03/01/2026 • 13:44 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/01/2026 • 13:44 | Atualizado há 2 meses
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao vivo neste sábado (3) que os EUA vão “comandar a Venezuela até que uma transição seja possível”, após a prisão do presidente Nicolás Maduro.
Segundo Trump, o objetivo é preparar o país para uma mudança política, com apresentação de provas criminais, investimentos em infraestrutura e, se necessário, novas ações militares.
Trump declarou que uma grande quantidade de evidências dos crimes atribuídos a Maduro será apresentada às autoridades judiciais americanas.
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Durante o pronunciamento, Trump acusou Maduro de patrocinar uma campanha sistemática de violência e repressão contra a população venezuelana. Segundo ele, o regime impôs sofrimento não apenas à Venezuela, mas a toda a região e, em especial, aos Estados Unidos.
O presidente americano afirmou que Maduro e seus aliados seriam responsáveis por fomentar instabilidade regional e por exportar violência para fora do país.
Trump disse que os Estados Unidos estão preparados para lançar uma nova “onda” de ataques militares caso considerem necessário. Segundo ele, a ação que resultou na prisão de Maduro demonstrou a capacidade operacional das forças americanas.
O presidente parabenizou publicamente os militares envolvidos na operação e disse que Washington “não hesitará” em agir novamente.
No discurso, Trump afirmou que a Venezuela extrai “muito pouco petróleo em relação ao que poderia” e prometeu uma ampla reestruturação do setor energético. Segundo ele, empresas americanas vão investir bilhões de dólares em infraestrutura para petróleo no país.
Trump declarou que os EUA trarão “riqueza, independência e segurança” ao povo venezuelano por meio da retomada da produção e da reorganização do setor.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país.”
O presidente acusou Maduro e “seus cartéis” de serem responsáveis por centenas de milhares de mortes por drogas nos Estados Unidos. Segundo Trump, o regime venezuelano teria enviado membros de gangues para “aterrorizar” a população americana.
Trump afirmou ainda que Maduro teria esvaziado prisões na Venezuela e enviado condenados para os EUA, como parte de uma estratégia deliberada.
De acordo com o presidente americano, Maduro permanecerá preso em Nova York ou Miami, onde responderá às acusações apresentadas pela Justiça americana. O presidente disse que o processo judicial será conduzido em território dos Estados Unidos.
Trump não detalhou o cronograma da transição política nem como se dará o comando americano durante esse período.
O presidente afirmou que a Venezuela apreendeu petróleo pertencente aos Estados Unidos de forma unilateral há anos. Segundo Trump, o regime socialista teria cometido “um dos maiores roubos de propriedade americana da história”, sem que houvesse resposta à época.
A declaração reforça a centralidade do petróleo na justificativa política e econômica apresentada pelo governo americano.
As falas de do presidente indicam que os EUA pretendem exercer controle direto sobre a Venezuela até que considerem viável uma transição política. A posição amplia preocupações internacionais sobre soberania, legalidade e impactos regionais da crise.
Governos e organismos multilaterais acompanham com atenção os desdobramentos após o pronunciamento do presidente americano.
Em atualização
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