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Conflito no Oriente Médio

EUA x Irã: quais são as armas utilizadas pelos países em guerra no Oriente Médio

Publicado 03/03/2026 • 11:30 | Atualizado há 7 minutos

KEY POINTS

  • Os Estados Unidos (EUA), Israel e Irã entraram em conflito armado no último sábado (28). Em geral, os ataques aconteceram por vias aéreas e marítimas, com uma série de recursos diferentes.
  • Em geral, segundo o CENTCOM, os principais alvos eram: instalações de mísseis, navios de guerra, submarinos e quartel-general do exército iraniano. Por isso, utilizaram recursos como sistemas de mísseis antibalísticos, drones, aeronaves e outros.
  • Analistas descrevem o arsenal de defesa do Irã como o maior e mais diversificado do Oriente Médio. Embora a força aérea do país não seja considerada moderna – e até, em partes, obsoleta – esses recursos ainda permitem um bom alcance.

Foto: U.S. Central Command.

Os Estados Unidos (EUA), Israel e Irã entraram em conflito armado no último sábado (28). Em geral, os ataques aconteceram por vias aéreas e marítimas, com uma série de recursos diferentes. 

A seguir, veja os equipamentos que integram o conjunto de equipamento bélico dos Estados Unidos e do Irã.

Leia também: EUA x Irã: 5 pontos para entender o confronto entre os dois países

Armamento dos EUA

No último domingo (1), o Comando Central dos EUA (CENTCOM) divulgou as armas utilizadas na guerra contra o Irã. Com elas, mais de mil alvos foram atingidos no país do Oriente Médio. 

Em geral, segundo o CENTCOM, os principais alvos eram: instalações de mísseis, navios de guerra, submarinos e quartel-general do exército iraniano. Por isso, utilizaram recursos como sistemas de mísseis antibalísticos, drones, aeronaves e outros. Veja a lista completa: 

  • Drones de ataque unidirecional LUCAS – segundo o jornal The Business Standard, cada drone LUCAS custa US$ 35 mil;
  • Drones MQ-9 Reapers;
  • Bombardeiros furtivos B-2;
  • Sistemas de mísseis interceptores Patriot/
  • Sistemas de defesa antimísseis balísticos de alta altitude terminal (THAAD);
  • Sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade M142;
  • Sistema anti-mísseis guiados;
  • Sistemas antidrone;
  • Aeronave de ataque eletrônico EA-18G;
  • Aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle;
  • Aeronaves para retransmissão de rádio aérea;
  • Aeronave de patrulha marítima P-8;
  • Aeronave de reconhecimento RC-135;
  • Caças F-18, F-16 e F-22;
  • Caças A-10;
  • Caças furtivos F-35;
  • Porta-aviões de propulsão nuclear;
  • Aeronaves-tanque;
  • Navios de reabastecimento;
  • Aeronave de carga C-17 Globemaster;
  • Aeronave de carga C-130.

Leia também: Primeiro-ministro libanês anuncia proibição das atividades militares do Hezbollah

Armamento do Irã

Já o Irã, segundo o jornal Al Jazeera, utilizou: 

  • Mísseis balísticos de curto alcance (até 800 km):
    • Shahab-1
    • Shahab-2
    • Fateh-110
    • Fateh-313
    • Raad-500
    • Zolfaghar
    • Qiam-1
  • Mísseis balísticos de médio alcance (1.000 km a 2.000 km):
    • Shahab-3
    • Ghadr (ou Qadr)
    • Emad
    • Khorramshahr
    • Sejjil
    • Kheibar Shekan
    • Haj Qassem
  • Mísseis de cruzeiro
    • Soumar (alcance estimado de até 2.500 km)
    • Ya-Ali
    • Quds-1
    • Hoveyzeh
    • Paveh
    • Ra’ad
  • Sistemas anunciados como hipersônicos:
    • Série Fattah

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Estratégia do Irã contra os EUA

De acordo com o jornal árabe, os analistas descrevem o arsenal de defesa do Irã como o maior e mais diversificado do Oriente Médio. Nesse sentido, a tecnologia de mísseis se distingue principalmente por seu alcance: 

  • Mísseis Balísticos – sobem alto e caem em arco; podem atingir não apenas as bases dos EUA no Golfo Pérsico, como boa parte da região ao redor;
  • Mísseis Cruzeiros – voam baixo e seguem até o alvo como um avião.

Ou seja, embora a força aérea do Irã não seja considerada moderna – e até, em partes, obsoleta – esses recursos ainda permitem um bom alcance. Contudo, essa mesma tecnologia pode fomentar ainda mais o conflito com os Estados Unidos e Israel, talvez levando a batalha até o nível nuclear. 

Ademais, em 2020, o Irã usou a mesma estratégia, baseada em mísseis balísticos, para revidar pela morte do general Qassem Soleimani, assassinado pelos Estados Unidos. Na época, o ataque causou traumatismo cranioencefálico em mais de 100 militares dos EUA.

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