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Voos cancelados após conflito no Oriente Médio? Saiba quais são seus direitos
Publicado 05/03/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 05/03/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Reuters
Conflito no Irã: Veja o que fazer após voos serem cancelados pela guerra
Os recentes confrontos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã afetam diretamente passageiros que precisam realizar rotas nas proximidades dos acontecimentos.
Neste caso, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, registrou 12 cancelamentos de voos da Qatar e Emirates, empresas aéreas que realizam a rota entre Brasil e países do Oriente Médio, epicentro da guerra.
Com isso, diversos passageiros acabam sendo afetados diretamente pelo confronto, mesmo as viagens que fariam apenas conexões em países que não estão na guerra atual. O cancelamento do voo costuma gerar dúvidas entre os passageiros, principalmente sobre como solicitar o reembolso da passagem e se há possibilidade de remarcação para uma nova data.
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A escalada do novo confronto no Oriente Médio tem crescido após os bombardeios americanos e israelenses matarem figuras iranianas importantes. A principal dela, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, aiatolá que comandava o país desde 1989.
Após a morte do líder e de outros comandantes, o país iraniano respondeu às ofensivas com bombardeios a bases americanas em Doha, no Qatar, além de ataques a Israel.
Além dos cancelamentos de voos que teriam como rota o Oriente Médio, o Estreito de Ormuz também entra na lista de rotas bloqueadas até o momento. Entretanto, Ormuz pode ser considerado uma das rotas de maior importância global, já que o local registra uma quantidade massiva de transportes diários de petróleo e gás natural.
Em 2024, os mesmos países se envolveram em outro conflito que durou menos tempo, porém, na época, aconteceram cancelamentos de voos semelhantes aos atuais. Na época, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) disponibilizou um documento com dicas para auxiliar passageiros que estivessem relatando o problema.
Nos casos de cancelamento de voos ou atrasos consideráveis que possam comprometer ou prejudicar os compromissos dos passageiros, a Anac exige que regras sejam seguidas pelas companhias aéreas a fim de garantir um maior conforto e menor impacto ao passageiro.
Quando a companhia aérea comunica que o voo não vai mais decolar, o passageiro tem garantias previstas pela regulamentação brasileira. Esse apoio funciona por etapas. A partir de uma hora de atraso, a empresa precisa disponibilizar meios de comunicação, como ligações e acesso à internet. Se a interrupção ultrapassar duas horas, deve oferecer alimentação, sendo eles em vouchers ou lanches.
Quando a espera ultrapassa quatro horas ou o cancelamento é oficialmente confirmado, o passageiro passa a ter direito a acomodação, hospedagem e transporte entre o aeroporto e o hotel. Se o viajante morar na cidade de origem do voo, a companhia aérea pode oferecer apenas o transporte de ida e volta até a residência do passageiro.
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Para solicitar o reembolso, os passageiros devem entrar em contato com a companhia aérea. Os prazos de devolução também são definidos por regra. Quando o pagamento é feito à vista, em dinheiro ou débito, a devolução deve ser imediata.
Compras parceladas no cartão seguem o procedimento da administradora, mas a empresa precisa iniciar o processo. Se o cliente preferir, pode aceitar créditos em programas de milhas, desde que isso seja de sua vontade, não uma imposição da empresa.
A ANAC reforça que essas obrigações se aplicam inclusive quando o cancelamento de voos ocorre por fatores externos, como mau tempo ou determinações de segurança. Nessas situações, mesmo que o problema não seja causado diretamente pela empresa, ela continua responsável por garantir conforto e alternativas ao passageiro.
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