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Conheça o acordo que dá aos EUA acesso aos minerais mais estratégicos do planeta

Publicado 15/12/2025 • 17:27 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Os EUA fecharam um acordo para ter acesso prioritário à produção global ampliada da Korea Zinc a partir de 2026, movimento que o secretário de Comércio Howard Lutnick chamou de “grande vitória” para a segurança e a manufatura americanas
  • O entendimento envolve a construção de uma fundição de minerais críticos no Tennessee, com capacidade anual de 540 mil toneladas de insumos essenciais usados em defesa, semicondutores, IA, computação quântica e indústria automotiva
  • Para o governo americano, ampliar a produção doméstica de minerais como gálio, germânio, índio e antimônio fortalece a autonomia das cadeias industriais estratégicas e ajuda a preservar a liderança tecnológica dos EUA
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

AFP.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Os Estados Unidos vão ter acesso prioritário à produção global ampliada da Korea Zinc a partir de 2026, medida que, segundo o secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, coloca “a segurança e a manufatura americanas em primeiro lugar”.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (15), Lutnick classificou o acordo como uma “grande vitória” para o país e um passo decisivo para reduzir a dependência de cadeias de suprimento estrangeiras.

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O secretário afirmou que o entendimento foi assegurado pelo presidente Donald Trump e envolve a construção de uma fundição de minerais críticos de última geração no Estado do Tennessee, com capacidade para produzir cerca de 540 mil toneladas por ano de materiais essenciais em solo americano. Para Lutnick, o projeto fortalece a segurança nacional e contribui para a reconstrução da base industrial dos EUA.

Segundo o comunicado, os minerais abrangidos pelo acordo incluem gálio, germânio, índio, antimônio, cobre, prata, ouro e zinco, entre outros, considerados fundamentais para tecnologias estratégicas. Esses insumos são usados em áreas como sistemas de defesa, semicondutores, inteligência artificial, computação quântica, indústria automotiva, data centers e manufatura avançada.

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Lutnick ressaltou ainda que a produção doméstica desses minerais dará suporte a cadeias industriais que vão “de caças e satélites a fábricas de chips e à rede elétrica”, além de gerar empregos qualificados. Para o governo americano, a iniciativa reforça a estratégia de garantir autonomia em minerais críticos e preservar a liderança industrial e tecnológica do país. O acordo foi anunciado mais cedo pela Korea Zinc.

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Amanda Souza

Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.

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