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Conheça o avião da Boeing usado pela força aérea britânica para interceptar navio

Publicado 08/01/2026 • 12:28 | Atualizado há 20 horas

KEY POINTS

  • O emprego de aeronaves de patrulha marítima Boeing P-8A Poseidon MRA1, da Força Aérea Real (RAF), destacou-se como o aspecto mais relevante da contribuição britânica do ponto de vista da aviação militar.
  • O P-8A Poseidon, operando a partir da base de RAF Lossiemouth, constitui a base das capacidades de monitoramento do Reino Unido contra atividades navais clandestinas no Atlântico Norte.
  • Equipado com tecnologias que incluem radar de abertura sintética, sensores infravermelhos e eletro-ópticos, além de ESM e sistemas seguros de dados, o modelo possibilita identificar e rastrear continuamente alvos de superfície.

As Forças Armadas Britânicas auxiliaram os Estados Unidos em uma operação de interdição e captura do petroleiro Bella 1, ligado à Venezuela, no Atlântico Norte. Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido, o navio, que passou a se chamar Marinera, foi interceptado em uma ação coordenada por Washington para combater redes de evasão fiscal ligadas à Rússia, ao Irã e ao governo venezuelano.

Em resposta a um pedido formal de assistência dos Estados Unidos, o Reino Unido mobilizou meios de reconhecimento aéreo da Força Aérea Real (RAF) e apoio naval da Frota Auxiliar Real (RFA) para uma operação entre o território britânico e a Islândia. A informação consta em comunicado oficial de 7 de janeiro e foi reportada pelo Aviacionline, que destacou a posição de Londres de que a atividade foi conduzida respeitando integralmente o direito internacional.

Leia também: Saiba quantos navios petroleiros conseguiram romper o bloqueio dos EUA e deixar a Venezuela

O emprego de aeronaves de patrulha marítima Boeing P-8A Poseidon MRA1, da Força Aérea Real (RAF), destacou-se como o aspecto mais relevante da contribuição britânica do ponto de vista da aviação militar. Esta aeronave constitui hoje a base das operações britânicas de vigilância marítima, inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) de longo alcance, além de guerra antissubmarino (ASW).

O P-8A Poseidon, operando a partir da base de RAF Lossiemouth, constitui a base das capacidades de monitoramento do Reino Unido contra atividades navais clandestinas no Atlântico Norte. Equipado com tecnologias que incluem radar de abertura sintética, sensores infravermelhos e eletro-ópticos, além de ESM e sistemas seguros de dados, o modelo possibilita identificar e rastrear continuamente alvos de superfície. A plataforma é eficaz inclusive em situações complexas de evasão, como o uso de bandeiras falsas ou a desativação de transponders por parte das embarcações monitoradas.

Leia também: EUA apreendem petroleiro de bandeira russa ligado à Venezuela no Atlântico

O petroleiro Bella 1 foi monitorado por mais de duas semanas durante sua travessia pelo Atlântico, operação que registrou a identificação de um submarino russo na área em sua fase final. O episódio reforçou a relevância de plataformas equipadas com tecnologias avançadas de guerra antissubmarino, como o P-8A. Nesse cenário, a participação aérea da Força Aérea Real (RAF) foi considerada decisiva para garantir a consciência situacional marítima, o alerta antecipado e a dissuasão contra eventuais interferências.

Adquirida por meio do programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) junto à Marinha dos Estados Unidos, a frota britânica de nove aeronaves P-8A Poseidon atingiu sua capacidade operacional inicial em 2023. Atualmente, os aviões estão integrados aos planos aliados de vigilância no Atlântico, utilizando o treinamento conjunto que sucedeu o Projeto Seedcorn. A elevada interoperabilidade com os meios norte-americanos permite que essas plataformas atuem como multiplicadores de força em missões multinacionais de controle marítimo, aplicação de sanções e dissuasão estratégica.

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