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Deputados pressionam Justiça por arquivos do caso Epstein e pedem interventor independente

Publicado 08/01/2026 • 18:18 | Atualizado há 18 horas

KEY POINTS

  • Deputados pediram a um juiz federal que nomeie um interventor especial para garantir a divulgação integral dos arquivos ligados a Jeffrey Epstein
  • O Departamento de Justiça afirma ainda estar revisando mais de 2 milhões de documentos, mas até agora liberou menos de 13 mil, descumprindo prazo legal
  • Parlamentares acusam o órgão de violar a lei de transparência e dificultar a fiscalização judicial e do Congresso sobre o conteúdo mantido em sigilo

Divulgação/Netflix

Jeffrey Epstein

Dois deputados da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pediram a um juiz federal de Nova York que nomeie um interventor especial e um monitor independente para garantir que todos os documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein sejam divulgados pelo Departamento de Justiça (DOJ), conforme determina uma lei aprovada pelo Congresso.

O pedido foi apresentado pelos deputados Thomas Massie, republicano do Kentucky, e Ro Khanna, democrata da Califórnia. Eles acusam o DOJ de descumprir o prazo legal de 19 de dezembro para tornar públicos todos os arquivos ligados ao caso.

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Em carta enviada ao juiz Paul Engelmayer, da Corte Federal de Manhattan, os parlamentares afirmam que a conduta do Departamento de Justiça representa uma violação direta da chamada Lei de Transparência dos Arquivos Epstein. Segundo eles, a demora também tem causado sofrimento adicional às vítimas do esquema de exploração sexual.

“Como autores da lei, temos preocupações graves e urgentes com o descumprimento da norma e com a violação de ordens judiciais por parte do Departamento de Justiça”, escreveram.

Em documento protocolado no processo no início desta semana, o DOJ informou que ainda precisa revisar mais de 2 milhões de documentos relacionados a Epstein. Até agora, segundo os autos, menos de 13 mil arquivos foram efetivamente divulgados.

Khanna afirmou, em nota enviada à CNBC, que o Departamento de Justiça estaria “desrespeitando abertamente a lei” ao manter milhões de documentos fora do alcance do público. Ele também criticou o fato de o órgão não ter apresentado um relatório detalhando quais trechos foram ocultados nos documentos e quais materiais permanecem retidos.

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Segundo os parlamentares, sem esse relatório, não há controle claro sobre quais registros existem, o que foi retirado da divulgação e por quais motivos, o que dificulta a fiscalização do Congresso e a supervisão judicial.

O juiz Engelmayer é o responsável pelo processo criminal que levou à condenação de Ghislaine Maxwell, acusada de recrutar menores para Epstein. O financista, acusado de tráfico sexual de menores, morreu em agosto de 2019 em uma prisão federal de Manhattan.

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