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Drones ucranianos atingem infraestrutura energética e elevam tensão com Moscou
Publicado 25/12/2025 • 18:21 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/12/2025 • 18:21 | Atualizado há 2 meses
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Wikimedia Commons
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) afirmou ter realizado ataques com drones de longo alcance em dois importantes alvos energéticos russos nesta quinta-feira (25). Os alvos atingidos foram a planta de processamento de gás de Orenbug, operada pela Gazprom, e o porto de Temryuk, com dois tanques de armazenamento de petróleo afetados.
A Rússia lançou 131 drones contra a Ucrânia durante a noite, sendo 106 deles interceptados, informou a Força Aérea Ucraniana. Segundo as forças ucranianas, 22 veículos aéreos não tripulados atingiram 15 locais, resultando em vítimas e danos à infraestrutura.
Em Odessa, ataques a instalações portuárias e industriais mataram uma pessoa e feriram duas. As regiões de Chernihiv e Kharkiv também foram alvos russos.
Na quarta-feira (24) o presidente ucraniano Volodmir Zelenski disse que estaria disposto a retirar as tropas do centro industrial do leste do país como parte de um plano para acabar com a guerra da Rússia, se Moscou também se retirasse e a área se tornasse uma zona desmilitarizada monitorada por forças internacionais.
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A proposta ofereceu outro compromisso potencial sobre o controle da região de Donbasss, que tem sido um grande obstáculo nas negociações de paz.
Zelenski disse que os EUA propuseram a criação de uma “zona econômica livre”, que, segundo ele, deveria ser desmilitarizada. Mas não ficou claro o que essa ideia significaria para a governança ou o desenvolvimento da região.
Um acordo semelhante poderia ser possível para a área ao redor da usina nuclear de Zaporizhia, que atualmente está sob controle russo, disse Zelenski. Ele afirmou que qualquer plano de paz precisaria ser submetido a um referendo.
Zelenski falou com repórteres na terça-feira (22) para descrever um plano abrangente de 20 pontos que negociadores da Ucrânia e dos EUA elaboraram na Flórida nos últimos dias, embora ele tenha dito que muitos detalhes ainda estão sendo discutidos.
A Rússia não deu nenhuma indicação de que concordará com qualquer tipo de retirada dos territórios que conquistou. Na verdade, Moscou insistiu que a Ucrânia renuncie ao território restante que ainda detém em Donbass – um ultimato que a Ucrânia rejeitou. A Rússia conquistou a maior parte de Luhansk e cerca de 70% de Donetsk – as duas áreas que compõem Donbasss.
Questionado sobre o plano, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse na quarta-feira que Moscou decidiria sua posição com base nas informações recebidas pelo enviado presidencial russo Kirill Dmitriev, que se reuniu com enviados dos EUA na Flórida no fim de semana. Peskov se recusou a compartilhar mais detalhes.
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Os negociadores americanos têm participado de uma série de conversas com a Ucrânia e a Rússia separadamente desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou um plano para acabar com a guerra no mês passado – uma proposta amplamente vista como favorável a Moscou, que invadiu seu vizinho há quase quatro anos. Desde então, a Ucrânia e seus aliados na Europa têm trabalhado para aproximar o plano da posição de Kiev.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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