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É preciso fazer o possível para concluir união bancária, afirma integrante do BCE
Publicado 03/03/2025 • 15:03 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 03/03/2025 • 15:03 | Atualizado há 11 meses
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Fachada do Banco Central Europeu (BCE).
A união bancária na Europa aumentou a resposta do continente a crises no setor, mas é preciso avançar com o projeto para melhorar o combate a problemas futuros, afirmou a presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), Claudia Buch, em discurso.
“As autoridades e reguladores devem fazer tudo o que podem para completar a união bancária. Agora é o momento certo para tornar o sistema robusto e fechar as lacunas no regime de resolução. Quando mais confiável o regime, menores os incentivos para os bancos assumirem riscos excessivos e menores os custos caso dificuldades surjam.”
Buch ressaltou que há apenas dois anos bancos regionais nos Estados Unidos tiveram problemas e precisaram de ajuda – uma referência à crise dos bancos Silvergate, Silicon Valley e Signature, que exigiu intervenções do governo do país.
“Não devemos esquecer desta experiência: para bancos médios também pode fazer sentido usar procedimentos de resolução em vez de insolvência caso a estabilidade financeira seja ameaçada”, afirmou.
Ela pediu mais recursos para o Conselho Único de Resolução bancária conseguir fazer a cobertura também dos bancos médios, e destacou que na Europa, diferentemente do recomendado pelos padrões internacionais, não há um mecanismo para prover liquidez aos bancos que precisem ser desmontados de forma ordenada.
Buch também ressaltou que é preciso avançar com o mecanismo de garantia de depósitos europeu, para reduzir os laços entre os países da zona do euro e as instituições bancárias.
“Os pedidos para um relaxamento da regulação bancária para aumentar a competitividade e o crescimento podem parecer tentadores. Mas no final do dia, são necessárias reformas para abordar as raízes dos problemas do crescimento fraco, estimular a inovação e permitir que as empresas colham mais benefícios do mercado único”.
“A esperança de que uma supervisão e uma regulação mais frouxas compensariam na forma de mais crescimento provavelmente continuará ilusória”, afirmou.
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