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EUA acusam UE de travar acordo comercial usando impasse da Groenlândia
Publicado 21/01/2026 • 17:32 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/01/2026 • 17:32 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Bandeiras dos Estados Unidos e União Europeia.
Sergei Gapon | Afp | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
O governo dos Estados Unidos acusou a União Europeia de utilizar o impasse envolvendo a Groenlândia como argumento para interromper o avanço de um acordo comercial firmado entre as duas partes. A crítica foi feita pelo representante comercial americano, Jamieson Greer, após o Parlamento Europeu decidir suspender, por tempo indeterminado, o processo de ratificação do tratado.
Em nota enviada ao Financial Times, Greer afirmou que divergências diplomáticas e estratégicas não deveriam interferir no cumprimento de compromissos comerciais. “Os EUA e a UE têm — e sempre terão — uma série de questões de política externa e econômica que estão fora do escopo do acordo”, disse. “Se os EUA conseguem separar questões importantes, mas não relacionadas, a UE não deveria usá-las como desculpa para não cumprir o acordo.”
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A decisão do Legislativo europeu foi anunciada nesta quarta-feira (21) e está ligada às recentes declarações do presidente Donald Trump sobre a possibilidade de adquirir a Groenlândia, território que integra o Reino da Dinamarca. O tema provocou reação negativa dentro da União Europeia e levou parlamentares a congelar o avanço do acordo até que haja maior previsibilidade no ambiente político.
Além da polêmica territorial, Trump ampliou a pressão ao sinalizar que poderia aplicar tarifas comerciais contra países europeus que se posicionem contra a iniciativa. Segundo o presidente, uma alíquota inicial de 10% poderia entrar em vigor em 1º de fevereiro para oito países do continente, com elevação para 25% a partir de junho caso não haja progresso nas negociações.
O acordo, agora sob incerteza, previa a cobrança de tarifa de 15% sobre grande parte das exportações europeias aos Estados Unidos, enquanto o bloco se comprometeria a reduzir barreiras tarifárias para produtos industriais e agrícolas americanos. O objetivo era destravar o fluxo comercial e ampliar o acesso aos mercados dos dois lados do Atlântico.
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