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Exportações da China para os EUA caem 40% em maio e Brasil vira alternativa, diz CEO da China Gate
Publicado 26/06/2025 • 13:49 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 26/06/2025 • 13:49 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
As exportações da China para os Estados Unidos, especialmente de mercadorias como as “blusinhas”, recuaram 40% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A queda é atribuída ao aumento de tarifas promovido pelo presidente Donald Trump.
“Quando há aumento de impostos, os produtos ficam mais caros e a demanda cai”, explicou Rodrigo Giraldelli, CEO da China Gate e especialista em comércio exterior, em entrevista ao programa Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta quinta-feira (26).
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Segundo Giraldelli, a mudança no cenário internacional fez com que empresas chinesas passassem a olhar com mais atenção para mercados antes considerados secundários, como o Brasil. “Houve uma abertura maior para o Brasil, com quantidades mínimas menores e prazos de entrega mais negociáveis. Para o empresário brasileiro, isso foi um pouco favorável”, disse.
O especialista destacou que, embora o receio de uma “invasão” de produtos chineses exista há décadas, o chamado “tarifaço” de Trump pode acentuar esse movimento. “A China tem um plano de longo prazo e está oferecendo não só produtos, mas também tecnologia para o mundo todo. Esse processo já vem ocorrendo e agora está mais evidente”, disse.
Ele também relatou que, enquanto o discurso oficial chinês é de resiliência, pequenos empresários do país demonstram ansiedade diante da perda de seu principal cliente.
A busca por novos mercados está elevando o interesse chinês pelo Brasil. A recente volta da Huawei ao país é vista como um sinal dessa tendência. “O Brasil era uma prioridade mais baixa, mas subiu na lista. Com mais produto do que cliente, os chineses estão reavaliando onde vender. E o Brasil passa a ser mais interessante, mesmo com desafios de infraestrutura e burocracia”, concluiu.
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