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França apoia Harvard e recebe estudantes estrangeiros
Publicado 14/06/2025 • 15:36 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 14/06/2025 • 15:36 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Pessoas caminham pelo Harvard Yard, no campus da Universidade de Harvard, em Cambridge, Massachusetts, em 15 de abril de 2025.
Joseph Prezioso | AFP | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
Neste sábado (14), o ministro das Relações Exteriores da França declarou que seu país apoia os estudantes e funcionários de Harvard, após o presidente Donald Trump tentar banir alunos estrangeiros da renomada universidade americana.
“Estamos ao lado das universidades que enfrentam a ameaça de controle governamental, restrições ao seu financiamento, limitações em seus currículos ou projetos de pesquisa”, disse Jean-Noel Barrot durante um discurso de formatura na prestigiada escola de negócios HEC em Paris.
“Estamos ao lado dos professores de Harvard, dos estudantes de Harvard, enfrentando estresse e ansiedade injustificados neste momento”, acrescentou em inglês.
“Se os tribunais dos EUA mantiverem as decisões de banir estudantes internacionais, a França oferecerá a eles um lugar seguro para completar seus diplomas”, afirmou.
Universidades e instalações de pesquisa nos Estados Unidos têm enfrentado crescente pressão política e financeira sob o governo Trump, incluindo ameaças de cortes massivos no financiamento federal.
Harvard está na linha de frente da campanha de Trump contra as principais universidades americanas, após desafiar seus apelos para se submeter à supervisão de seu currículo, corpo docente, recrutamento de estudantes e “diversidade de pontos de vista”.
Na semana passada, um tribunal dos EUA concedeu uma suspensão temporária ao último esforço de Trump para impedir que estudantes estrangeiros se matriculassem em Harvard.
Um dia antes, uma proclamação da Casa Branca buscou barrar a maioria dos novos estudantes internacionais de Harvard de entrar no país e afirmou que os estudantes estrangeiros já matriculados podiam ter seus vistos cancelados.
O governo dos EUA já cortou cerca de 3,2 bilhões de dólares (aproximadamente 14,8 bilhões de reais) em subsídios e contratos federais que beneficiam Harvard e prometeu excluir a instituição de qualquer financiamento federal futuro.
A França e a União Europeia estão buscando encorajar pesquisadores insatisfeitos a se mudarem dos Estados Unidos para a Europa.
A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse no mês passado que a UE lançaria um novo pacote de incentivos no valor de 500 milhões de euros (cerca de 2,9 bilhões de reais) para tornar o bloco de 27 nações “um ímã para pesquisadores”.
O presidente francês Emmanuel Macron, em abril, revelou planos para um programa de financiamento para ajudar universidades nacionais e outros órgãos de pesquisa a cobrir os custos de trazer cientistas estrangeiros para o país.
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