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No Vale do Silício da China, Hangzhou desenvolve robôs e apps avançados ao mesmo tempo

Publicado 02/01/2026 • 07:29 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Hangzhou concentra robótica, chips e IA física enquanto startups testam aplicações práticas e experimentais.
  • Energia mais barata e modelos open source ajudam Hangzhou a reduzir custos e acelerar a IA.
  • Competição interna empurra startups de Hangzhou a buscar escala global e novos mercados.
Competição interna empurra startups de Hangzhou a buscar escala global e novos mercados.

Competição interna empurra startups de Hangzhou a buscar escala global e novos mercados.

Competição interna empurra startups de Hangzhou a buscar escala global e novos mercados.

Conhecida como o “Vale do Silício” chinês, Hangzhou abriga gigantes e startups que disputam a próxima fronteira da inteligência artificial: aplicações físicas. O foco inclui robôs, carros autônomos e modelos capazes de simular ambientes reais.

O avanço ocorre em paralelo às diretrizes do governo chinês, que passou a tratar a chamada “inteligência incorporada” como prioridade estratégica em seus planos de médio prazo.

Startups de Hangzhou apostam em robótica e escala

Empresas locais como Unitree e Deep Robotics integram o grupo conhecido como “seis pequenos dragões” de Hangzhou. Essas companhias desenvolvem robôs e sistemas espaciais de IA e já se preparam para abrir capital na China continental ou em Hong Kong.

O diferencial está na combinação entre dados, infraestrutura e custo energético. Energia mais barata permite compensar o uso de chips menos avançados, reduzindo despesas operacionais sem perder competitividade.

Open source e custo moldam a IA em Hangzhou

A estratégia adotada em Hangzhou privilegia modelos abertos. Em vez de soluções fechadas comuns no Ocidente, startups locais usam open source para acelerar testes, receber feedback e ganhar escala rapidamente.

Esse modelo limita receitas diretas, mas amplia a base de usuários e reduz barreiras de entrada, criando um ambiente de competição técnica intensa.

Hangzhou além das big techs

Enquanto empresas como Alibaba e Tencent investem em modelos de grande escala, bairros periféricos de Hangzhou abrigam uma cena independente.

Na região de Liangzhu, programadores desenvolvem desde ferramentas de produtividade até aplicativos de entretenimento e bem-estar, com custos baixos e pressão comercial reduzida.

Apps práticos e consumo

O foco chinês segue distante da busca por superinteligência. Plataformas como o Doubao, da ByteDance, lideram o mercado local ao priorizar utilidade e experiência do usuário.

Mapas inteligentes da Baidu e assistentes digitais reforçam a preferência por soluções aplicáveis ao cotidiano, tendência visível no ecossistema de Hangzhou.

Competição interna empurra Hangzhou para fora da China

A intensidade da concorrência e a resistência do consumidor chinês em pagar por aplicativos levam startups de Hangzhou a pensar desde cedo em mercados internacionais.

A combinação entre cadeias de hardware locais e preços competitivos cria oportunidades para exportar soluções, mesmo em segmentos ainda experimentais.

Laboratório de ideias

Entre robôs industriais e aplicativos de adivinhação baseados em IA, Hangzhou funciona como um laboratório aberto. Ideias são testadas rapidamente, descartadas ou escaladas, em um ambiente que mistura indústria, software e experimentação cultural.

Esse modelo ajuda a explicar por que a cidade se tornou um dos centros mais dinâmicos da inteligência artificial na China.

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