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Ouro bate recorde e supera os US$ 5 mil; prata salta 14%
Publicado 26/01/2026 • 16:44 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 26/01/2026 • 16:44 | Atualizado há 3 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta nesta segunda-feira (26) em nova máxima histórica e ultrapassando os US$ 5.000 (cerca de R$ 26.835,60, na cotação atual), em meio a um ambiente de tensões geopolíticas, risco de nova paralisação do governo dos Estados Unidos e expectativa pela decisão desta semana do Federal Reserve (Fed) sobre juros.
O enfraquecimento do dólar também ajudou os metais preciosos em geral, com destaque para a prata, que chegou a saltar mais de 15% e se aproximar da marca de US$ 120 (R$ 633,60) a onça.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 2,06%, a US$ 5.082,50 (R$ 26.835,60) por onça-troy. Já a prata para março avançou 14,0%, a US$ 115,504 (R$ 609,86) por onça-troy. Ambos tiveram máximas históricas e de fechamento nesta segunda-feira.
Além das tensões geopolíticas persistentes, as chances de um novo shutdown governamental nos EUA, começando em 31 de janeiro, aumentou significativamente as buscas por ativos de segurança após sinalizações de resistência por parte dos democratas para o orçamento.
Os traders da Polymarket avaliavam a probabilidade de uma paralisação começando no sábado (31) em aproximadamente 80%, por volta das 15h30 (de Brasília).
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A confiança vacilante no dólar também está impulsionando os preços dos metais, escreve a analista de mercado da Capital.com, Daniela Hathorn. Investidores preocupados com as tensões geopolíticas e a interferência do governo Trump na independência do Fed estão buscando “refúgio em ativos que estão fora da discrição política”, acrescenta. No fim de semana, o governo republicano ainda ameaçou impor tarifas de 100% ao Canadá se Ottawa avançar em um acordo com a China.
O Société Générale prevê que o ouro atingirá US$ 6.000 (R$ 31.680,00) a onça-troy até o final do ano, com a ressalva de que esta é provavelmente uma “estimativa conservadora” e pode muito bem ir além. Segundo o banco, o aumento está ligado aos fluxos de ETFs, que superaram a demanda dos bancos centrais.
Entre outros metais preciosos, a platina para abril avançou 5%, a US$ 2.878,10 (R$ 15.196,37) a onça-troy, depois de também renovar máxima histórica a US$ 2.925,00 (R$ 15.444,00). Já o paládio para março tinha alta de quase 8%, a US$ 2.189,30 (R$ 11.559,50) a onça-troy.
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