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Ouro fecha em alta e renova recorde; entenda motivos
Publicado 14/01/2026 • 17:25 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 14/01/2026 • 17:25 | Atualizado há 3 meses
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Pixabay
Ouro
O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta quarta-feira (14), renovando recorde, com o metal prosseguindo seu ímpeto de avanços em meio às tensões globais e com as perspectivas para a política monetária dos Estados Unidos.
A escalada de tensões no Oriente Médio, que envolve a possibilidade de uma intervenção americana no Irã, aparece como o grande risco geopolítico do momento, com um eventual acirramento da questão podendo impactar os preços do petróleo, e, por consequência, a inflação global. Neste cenário, a prata também ganhou impulso, também renovando recorde de fechamento.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 0,80%, a US$ 4.635,70 por onça-troy (aproximadamente R$ 24.893,71, na cotação atual). Já a prata para março disparou 5,85%, a US$ 91,38 por onça-troy (R$ 490,74).
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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos iranianos que protestavam contra o governo que “a ajuda está a caminho”, um sinal de que os americanos podem em breve tomar medidas contra o regime. Os desdobramentos altamente voláteis no Irã ressaltam a persistência da incerteza geopolítica, de acordo com dois estrategistas de câmbio do OCBC Group Research. “A narrativa fundamental para os metais preciosos permanece intacta”, acrescentam.
Após um forte desempenho em 2025, as perspectivas para o ouro e a prata permanecem positivas em 2026, afirma Daniel Hynes, estrategista sênior de commodities do ANZ. A renovação das tensões geopolíticas, as preocupações com a independência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e a falta de disciplina fiscal nos EUA provavelmente desempenharão papéis importantes na sustentação dos fluxos de investimento em ouro, diz ele.
A oferta física restrita de prata está impulsionando fortes oscilações de preços. Embora a confirmação de uma isenção tarifária de importação nos EUA alivie essa escassez, um mercado com oferta insuficiente, os controles de exportação da China e a forte demanda industrial devem manter os preços bem sustentados, afirma Hynes.
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