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Petróleo atinge maior nível desde o fim de 2025; entenda
Publicado 13/01/2026 • 18:00 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 13/01/2026 • 18:00 | Atualizado há 5 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta pela quarta sessão consecutiva nesta terça-feira (13), com o WTI em seu maior nível desde outubro e o Brent desde setembro de 2025. O avanço da commodity reflete preocupações com as tensões internas do Irã e as novas tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao país persa.
Investidores também acompanham os desdobramentos geopolíticos na Venezuela e os ataques entre Rússia e Ucrânia.
O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) avançou 2,77% (US$ 1,65), a US$ 61,15 o barril (aproximadamente R$ 328,62, na cotação atual). Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 2,51% (US$ 1,60), a US$ 65,47 o barril (R$ 351,85).
Mais cedo, o petróleo ganhou mais de 3%, após Trump anunciar que cancelou as reuniões com oficiais do Irã. O republicano informou na noite de segunda-feira (12) a imposição de tarifas de 25% a países que realizarem transações comerciais com Teerã e, segundo a mídia americana, considera outras opções de retaliação, incluindo ataque militar.
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Para a Capital Economics, a perspectiva de interrupção na produção de energia iraniana representa uma ameaça maior ao fornecimento global do que a situação na Venezuela, especialmente considerando o potencial de instabilidade que pode afetar o fornecimento fora da própria nação.
O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE, na sigla em inglês) elevou sua projeção para o preço médio do petróleo Brent em 2026 de US$ 55 para US$ 56 o barril (R$ 300,95) e passou a estimar valor médio de US$ 54 em 2027 (R$ 290,20), segundo relatório divulgado nesta terça-feira (13).
Entre outros conflitos, a Rússia e a Ucrânia trocaram novos ataques, enquanto os esforços para um cessar-fogo se mantêm, e uma ação significativa dos EUA para anexar a Groenlândia pode acontecer dentro de “semanas ou meses”, de acordo com o comissário para o Ártico do governo americano, Thomas Dans.
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