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Petróleo despenca mais de 4%; veja motivos
Publicado 15/01/2026 • 17:42 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 15/01/2026 • 17:42 | Atualizado há 5 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
O petróleo fechou em queda acima de 4% nesta quinta-feira (15), encerrando uma sequência de cinco sessões consecutivas de alta, com as tensões geopolíticas que vinham puxando os preços para cima perdendo ímpeto, sobretudo no Irã, à medida que avançam as negociações.
O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em queda de 4,56% (US$ 2,83), a US$ 59,19 o barril (aproximadamente R$ 317,85, na cotação atual). Já o Brent para março, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), recuou 4,14% (US$ 2,76), a US$ 63,76 o barril (R$ 342,39).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou a Teerã que não atacará o país e pediu que o Irã também demonstre moderação, de acordo com um enviado do país persa no Paquistão.
Ao mesmo tempo, o jornal The New York Times informou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu pessoalmente para que o mandatário americano adiasse um ataque militar.
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Segundo analistas, os comentários reduziram o prêmio de risco que havia se acumulado nos últimos dias. Na quarta-feira (14), o Brent chegou a US$ 66,82, o nível mais alto desde o mês de setembro. “Passamos de uma alta probabilidade de um ataque ao Irã para uma baixa probabilidade, e isso é a principal fonte da pressão sobre os preços hoje”, afirma Phil Flynn, analista do Price Futures Group.
Na quarta-feira, o presidente norte-americano teve uma ligação telefônica com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, o que complementa as negociações entre os dois países apesar da continuidade nas apreensões de petrolíferos venezuelanos no Caribe por parte dos EUA.
Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira que seu governo e a Arábia Saudita estão cooperando de forma estreita como parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), ajudando a estabilizar o mercado de petróleo.
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