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Conheça o poderio militar dos EUA usado contra Maduro na Venezuela
Publicado 03/01/2026 • 07:43 | Atualizado há 4 dias
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KEY POINTS
Porta-Aviões Gerald R. Ford (GRFCSG), no Atlântico
O porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos USS Gerald R. Ford (CVN-78) navega pelo Oceano Atlântico durante uma simulação de travessia de estreito com o Grupo de Ataque do Porta-Aviões Gerald R. Ford (GRFCSG), no Atlântico, em 9 de outubro de 2022. O grupo foi deslocado para o Oceano Atlântico, onde realiza treinamentos e operações ao lado de aliados e parceiros da OTAN desde 5 de outubro de 2022. No convés, estão aeronaves da Ala Aérea Embarcada 8 (CVW-8).
Os Estados Unidos lançaram uma ofensiva militar na Venezuela com bombardeios em Caracas e operações de forças especiais que resultaram na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação foi confirmada pelo presidente Donald Trump e incluiu meios aéreos e navais de alta capacidade empregados contra alvos estratégicos na Venezuela.
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Trump afirmou que mais detalhes seriam apresentados em coletiva de imprensa em Mar-a-Lago. Vídeos divulgados nas redes mostram helicópteros militares sobrevoando Caracas durante a madrugada, com explosões registradas em diferentes pontos da capital venezuelana.
Imagens e relatos indicam o uso de helicópteros CH-47G Chinook, adaptados para operações especiais de infiltração e extração. As aeronaves teriam atuado em missões noturnas de alta precisão, compatíveis com ações de captura de alvos de alto valor na Venezuela.
Autoridades locais afirmaram que ataques atingiram áreas dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas. O emprego de aviação de operações especiais sugere coordenação com inteligência em tempo real e domínio aéreo localizado sobre a capital venezuelana.
O porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, chegou a águas próximas da América Latina nesta semana. A embarcação amplia a capacidade de projeção de poder dos EUA, com dezenas de caças embarcados, sistemas de defesa aérea e apoio logístico para operações prolongadas relacionadas à Venezuela.
Segundo relatos, a presença naval ocorre em meio a uma campanha no Caribe contra embarcações usadas por narcotraficantes, que já resultou em dezenas de mortes em confrontos marítimos.
Analistas militares avaliam que, caso os EUA avancem além de ataques aéreos, os alvos na Venezuela podem incluir bases militares, aeroportos, portos, pistas clandestinas e estruturas ligadas ao narcotráfico. O governo Trump acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles, classificado por Washington como organização narcoterrorista.
Para o almirante aposentado Jim Stavridis, ex-comandante de operações na região, as Forças Armadas venezuelanas perderam capacidade operacional ao longo dos anos, mas ainda exigiriam ataques de precisão contra infraestrutura e centros de comando para neutralização efetiva.
A Venezuela possui armamentos adquiridos durante o governo de Hugo Chávez, incluindo sistemas russos de defesa aérea S-300VM. Especialistas afirmam, porém, que esses sistemas estão parcialmente operacionais e não foram projetados para enfrentar diretamente a superioridade militar dos EUA.
De acordo com o Global Firepower, o país teria cerca de 109 mil militares ativos, número contestado por ex-oficiais venezuelanos, que apontam efetivo menor e baixa capacidade de resposta coordenada.
Autoridades americanas, atuais e antigas, avaliam que ações militares na Venezuela têm impacto limitado sobre o fluxo de drogas para os Estados Unidos, já que grande parte da cocaína segue para a Europa e o Caribe. Ainda assim, a pressão militar busca enfraquecer a estrutura econômica e política que sustenta o regime de Maduro.
Segundo fontes do governo americano, não há confirmação de uma campanha terrestre prolongada. Como em outras operações sob Trump, analistas apontam que o presidente pode declarar vitória rapidamente após alcançar objetivos pontuais na Venezuela.
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