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China cobra retirada de ‘medidas negativas’ dos EUA e adverte sobre riscos envolvendo Taiwan
Publicado 05/06/2025 • 16:26 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 05/06/2025 • 16:26 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Xi Jiping é Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e presidente da República Popular da China.
CNBC Internacional
A China instou os Estados Unidos a “avaliar de forma objetiva os avanços alcançados” nas relações bilaterais e a remover “as medidas negativas impostas ao país”, durante ligação telefônica entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o líder americano, Donald Trump, nesta quinta-feira (5).
Segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores, Pequim vem implementando “com seriedade” os termos do recente acordo comercial firmado em Genebra, e espera reciprocidade por parte de Washington.
O governo chinês também advertiu os EUA quanto à sensibilidade da questão de Taiwan. Xi afirmou que Washington deve “lidar com cautela com a questão”, de modo a evitar que “uma minoria de separatistas defensores da independência de Taiwan” conduza os dois países a um “cenário perigoso de confronto”. O comunicado acrescenta que a China considera essencial “eliminar interferências e até sabotagens” na relação bilateral.
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O Ministério chinês ainda ressaltou que, durante a ligação, Trump reiterou que os EUA continuarão a seguir a política de ‘Uma Só China’, e que os americanos “ficam felizes em ver a economia chinesa manter um crescimento forte” e que “a cooperação entre China e EUA pode alcançar muitas realizações”. O país asiático confirmou que a conversa foi realizada a pedido do americano e abordou principalmente temas comerciais.
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Siga o Times | CNBCXi declarou que a reunião em Genebra representou “um passo importante rumo à resolução das questões por meio do diálogo e da negociação”. “A China tem sinceridade, mas também princípios. Os chineses sempre cumprem o que prometem.”
O comunicado ainda confirma a informação divulgada por Trump de que houve um convite mútuo para visitas de Estado. Ambos os lados, segundo o texto, concordaram em realizar “o quanto antes” uma nova rodada de negociações.
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