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Tarifas são a maior preocupação macroeconômica para dois em cada três investidores, segundo pesquisa
Publicado 12/06/2025 • 12:25 | Atualizado há 7 meses
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Analistas da Wall Street recomendam ações da Meta, Amazon e Roku para investidores, em meio da incerteza no comércio global.
Unsplash
As crescentes tensões comerciais e tarifas tornaram-se a maior preocupação dos investidores globais, ofuscando todos os outros riscos econômicos, segundo uma nova pesquisa.
Quase dois terços (63%) dos investidores institucionais e gestores de patrimônio identificaram as taxas comerciais como a preocupação macroeconômica mais significativa que impacta sua estratégia, de acordo com uma pesquisa publicada pela gestora de investimentos britânica Schroders.
O risco percebido de tarifas foi mais de seis vezes maior do que a segunda maior preocupação.

A pesquisa, que entrevistou quase 1.000 grandes investidores, representando um total de US$ 67 trilhões em ativos, constatou que essa incerteza comercial está alimentando a demanda por estabilidade.
O estudo foi realizado entre abril e maio, antes do anúncio do acordo comercial com a China, que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter sido firmado. O acordo firmado na quarta-feira está sujeito à aprovação final de Trump e do presidente chinês, Xi Jinping, disse o líder da Casa Branca.
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Enquanto isso, a pesquisa da Schroders indicou que cerca de quatro em cada cinco profissionais de investimento entrevistados também disseram que provavelmente aumentarão sua alocação em investimentos de gestão ativa no próximo ano, em uma tentativa de conter a volatilidade causada por eventos macroeconômicos.
“A resiliência agora está no topo da agenda de investimentos, já que a maré alta não levanta mais todos os barcos”, disse Johanna Kyrklund, diretora de investimentos do grupo Schroders. O cenário mais amplo é que os mercados financeiros ainda estão se ajustando a taxas de juros estruturalmente mais altas, dificultadas em muitos casos pelos altos níveis de endividamento. Isso levanta questões sobre as tendências futuras do mercado e o valor de abordagens passivas em um período de maior incerteza.
Kyrklund acrescentou: “Nesse ambiente, estratégias ativas fornecem o controle necessário para que os investidores gerenciem a complexidade, criem resiliência no portfólio e aproveitem as oportunidades.”
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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