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UE quer redução de tarifas com os EUA superior ao que Reino Unido e China conseguiram
Publicado 15/05/2025 • 11:24 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 15/05/2025 • 11:24 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP
Bandeiras da União Europeia
A União Europeia (UE) quer um acordo comercial com os EUA que preveja uma redução de tarifas maior do que as alcançadas nas negociações com o Reino Unido e a China, disseram autoridades do bloco nesta quinta-feira (15).
O vice-ministro da Economia da Polônia, Michal Baranowski, disse não acreditar que os níveis dos acordos dos americanos com os chineses e britânicos deixariam a Europa “satisfeita”, mas mencionou que ainda há tempo para garantir a ampla negociação que deseja.
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“Não precisamos de um acordo rápido, precisamos de um bom acordo”, afirmou. “Os Estados Unidos também. Temos tempo”, acrescentou, ao citar que as negociações EUA-UE estão progredindo.
Para o ministro do Comércio da Suécia, Benjamin Dousa, caso uma tarifa básica de 10% seja a oferta final do governo do presidente americano Donald Trump, a UE “deve retaliar com tarifas mais altas sobre as importações dos EUA” porque isso estaria “longe de ser bom para o comércio”.
Na mesma linha, o vice-primeiro-ministro da Irlanda, Simon Harris, afirmou que tarifas altas prejudicam tanto os EUA quanto a UE.
O país abriga grandes empresas farmacêuticas americanas que fabricam seus produtos no local para, posteriormente, enviá-los de volta aos EUA.
“A ideia de que a Irlanda ou a UE representem qualquer tipo de ameaça à segurança dos EUA é absurda”, disse.
Segundo o comissário europeu de Comércio, Maros Sefcovic, ele e o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, tiveram uma “ligação construtiva” na quarta-feira (14), e o objetivo é “resolver os desafios imediatos, mas também lançar as bases para uma cooperação mais profunda”.
Fonte: Dow Jones Newswires.
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