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Trump escala guerra tarifária com medidas contra México, Canadá e China
Publicado 26/11/2024 • 16:40 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 26/11/2024 • 16:40 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Imagem de Donald Trump em 5 de novembro de 2024
Evan Vucci/Associated Press/Estadão Conteúdo
O mercado financeiro global está em estado de atenção após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar planos de impor tarifas significativas sobre produtos vindos do México, Canadá e China a partir de 20 de janeiro, primeiro dia de seu novo mandato.
O impacto inicial foi sentido imediatamente nos mercados: o dólar americano subiu mais de 2% em relação ao peso mexicano, alcançando um recorde de quatro anos contra o dólar canadense.
Segundo Kamakshya Trivedi, chefe de estratégias globais do Goldman Sachs, essas medidas sinalizam “um caminho turbulento para a volatilidade nos mercados cambiais”, com efeitos que podem perdurar por meses e até anos.
Embora as tarifas anunciadas sejam inferiores às promessas de campanha — que incluíam taxas de até 60% para produtos chineses e 2.000% sobre veículos mexicanos —, analistas alertam para possíveis represálias de outros países e impactos amplos no comércio global.
Trump, que já chamou tarifas de “a palavra mais bonita do dicionário”, pode usar essas medidas como uma ferramenta de negociação, mas especialistas como Chris Turner, do banco ING, recomendam cautela.
“Subestimar o impacto dessas tarifas seria arriscado. Se as tarifas de 25% se concretizarem, as moedas de México e Canadá enfrentarão um cenário mais desafiador do que no primeiro mandato de Trump”, avaliou Turner. Além disso, Luis Costa, do Citi, destacou que uma única manchete pode fazer o peso mexicano cair até 2%, como aconteceu recentemente.
O mercado também questiona o uso estratégico das tarifas, principalmente no contexto das negociações com o México e outros parceiros comerciais. Estratégias como a vinculação do crescimento econômico interno aos ajustes cambiais já estão sendo consideradas.
Com um mercado cambial em alta volatilidade, a postura de Trump e a reação dos parceiros comerciais serão fundamentais para definir o cenário econômico global nos próximos meses. A expectativa agora é observar como as medidas serão implementadas e quais serão os efeitos reais sobre o comércio e as economias impactadas.
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