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CNBCTrump ataca líderes e aliados em Davos: veja quem entrou na mira

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Trump retira convite de líder ao Conselho da Paz; veja quem ficou de fora

Publicado 23/01/2026 • 18:23 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Convite foi retirado poucos dias após declarações públicas que criticaram a ordem internacional baseada em regras e defenderam maior coordenação entre potências intermediárias.
  • Trump anunciou em Davos a criação do Conselho da Paz, inicialmente voltado para Gaza, mas com mandato ampliado para mediar outros conflitos globais.
  • Mais de 20 países já aderiram à iniciativa, incluindo Israel, Argentina e Belarus, enquanto a adesão entre países da União Europeia segue limitada.

REUTERS/Evelyn Hockstein

Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou o convite feito ao primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, para integrar o recém-criado Conselho da Paz. A decisão ocorreu poucos dias depois de Carney afirmar, em discurso no Fórum Econômico Mundial, que a ordem internacional baseada em regras estaria entrando em ruptura.

Em publicação na rede Truth Social na noite de quinta-feira (22), Trump comunicou formalmente a retirada do convite. “Por favor, considere esta carta como notificação oficial de que o Conselho da Paz está retirando o convite referente à participação do Canadá naquele que será o conselho de líderes mais prestigiado já reunido, em qualquer época”, escreveu.

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Mais cedo no mesmo dia, Trump havia anunciado a criação do órgão durante o encontro em Davos, afirmando que a iniciativa, “em conjunto com as Nações Unidas, pode ser algo realmente único para o mundo”. O conselho foi inicialmente concebido para supervisionar questões relacionadas à Faixa de Gaza, mas o estatuto enviado a potenciais integrantes amplia seu escopo, permitindo que o grupo atue como mediador em outros conflitos internacionais e, eventualmente, dispute protagonismo com a própria ONU.

No discurso que antecedeu o episódio, Carney não citou diretamente o presidente americano, mas avaliou que o sistema internacional enfrenta “uma ruptura, não uma transição”, e defendeu maior articulação entre países considerados potências intermediárias. Após a apresentação, o premiê canadense evitou confirmar se aceitaria integrar o novo conselho, embora já tivesse sinalizado anteriormente concordância em princípio com a iniciativa.

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Carney chegou a afirmar que via o projeto como uma proposta positiva, mas destacou a necessidade de aperfeiçoar sua estrutura, governança e processos decisórios. Segundo ele, eventuais ajustes seriam importantes para que o órgão consiga responder de forma eficaz às necessidades imediatas em Gaza e a outros desafios globais.

Até o momento, mais de 20 países aderiram ao Conselho da Paz, entre eles Israel, Marrocos, Argentina e Belarus. Dentro da União Europeia, apenas Bulgária e Hungria confirmaram participação.

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