Por que a Reag passou a ser investigada pela Polícia Federal?

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O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust, atual CBSF Distribuidora de Títulos, em um desdobramento direto das investigações que envolvem o Banco Master.

O que aconteceu?

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A medida foi anunciada após a identificação de violações graves às normas do Sistema Financeiro Nacional, encerrando a atuação da instituição no mercado financeiro.

O que a PF descobriu?

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A investigação ganhou corpo a partir da Operação Compliance Zero, que tem o Banco Master como principal alvo. A Reag passou a ser observada como peça relevante do quebra-cabeça.

Reag é investigada pela PF

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Um dos focos é a relação entre o banco e fundos administrados pela gestora; um fundo recém-criado sob gestão da Reag, chamado Brain Cash, recebeu cerca R$ 450 milhões apenas 20 dias após seu registro.

O que acendeu alerta para PF

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Dois dias antes do empréstimo milionário, o fundo recém-criado havia contratado uma operação de valor praticamente idêntico junto ao Banco Master, apesar de ter capital social pouco superior a R$ 2 milhões.

Ligação com Master

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O Brain Cash não reteve os recursos. Cerca de 1h30 após receber R$ 450 milhões, o fundo transferiu todo o valor ao Fundo D Mais, também ligado à Reag. Na sequência, o D Mais repassou a quantia ao FIDC High Tower apenas três minutos depois.

Fluxo de recursos estranho

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Essa sequência de transferências rápidas culminou na compra e reavaliação de ativos de baixa liquidez. O efeito contábil foi a geração de uma rentabilidade de aproximadamente 2.300% em um único ano.

O fluxo de recursos

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Um grupo financeiro independente fundado por João Carlos Falbo Mansur, atuando em diferentes frentes do mercado de capitais, como: gestão, administração de recursos, distribuição de títulos, entre outros.

Quem é a Reag?

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A Reag Trust DTVM entrou em liquidação extrajudicial e caminha para o encerramento definitivo. O Banco Central segue investigando o caso, incluindo a relação com o Banco Master, e não descarta novas sanções ou desdobramentos.

O que muda a partir de agora?

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