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CEO da Zurich Brasil: setor de seguros tem R$ 2 trilhões sob gestão e busca ativos ambientais confiáveis
Publicado 19/08/2025 • 19:14 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 19/08/2025 • 19:14 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O painel “Nature-based solutions – Embedding biodiversity in corporate and investment strategies”, realizado nesta terça-feira (19) no FT Climate & Impact Summit Latin America e Brasil 2030, reuniu lideranças empresariais e especialistas para debater como integrar a biodiversidade às estratégias corporativas e de investimento.
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A sessão contou com Edson Franco (CEO da Zurich Brasil), Andrea Resende (Investment Manager da Impact Earth), Gabriel Quijandría (diretor regional para a América do Sul da IUCN) e Ilona Szabó de Carvalho (presidente do Instituto Igarapé).
Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, ressaltou o papel do setor segurador como investidor institucional e a necessidade de fortalecer a credibilidade dos projetos de biodiversidade e créditos de carbono.
“O setor de seguros no Brasil administra aproximadamente R$ 2 trilhões em reservas matemáticas, sendo responsável pelo financiamento de 13% a 14% da dívida pública nacional. Temos capacidade de investir, mas precisamos de projetos consistentes e regulados, que possam ser registrados como ativos nos balanços”, afirmou.
Segundo Franco, um dos caminhos está em mecanismos como seguros de performance, que garantem que projetos ambientais atinjam os resultados esperados. “Isso ajudaria a criar ativos confiáveis e fortalecer o mercado de investimentos ligados à biodiversidade”, completou.
O painel destacou ainda que mais de 50% do PIB global depende de ecossistemas saudáveis, reforçando a biodiversidade como ativo estratégico para empresas e governos. A América Latina, que concentra 40% da biodiversidade mundial, incluindo a Amazônia, foi apontada como região-chave para liderar a transição para uma economia positiva para a natureza.
As discussões abordaram desde o uso de soluções baseadas na natureza, como restauração de ecossistemas e práticas regenerativas, até inovações financeiras, como créditos de biodiversidade e reforestation bonds, além do papel de instituições financeiras e investidores no financiamento de projetos sustentáveis.
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