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Linha do tempo: veja em detalhes o histórico da negociação de compra do Banco Master pelo BRB
Publicado 04/09/2025 • 00:31 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 04/09/2025 • 00:31 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O Banco Central informou na noite desta quarta-feira (3), não ter aprovado a aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O aval da autoridade monetária era a última etapa necessária para a conclusão do negócio, que já havia passado por uma série de disputas judiciais e regulatórias antes de ser liberado por outros órgãos.
O acordo, anunciado em 28 de março, previa o pagamento de R$ 2 bilhões por 58% do capital do Master, sendo 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais, com a expectativa de ampliar a presença nacional do BRB.

28 de março de 2025 – aprovação inicial
O Conselho de Administração do BRB aprovou a compra de participação majoritária no Banco Master, estimada em R$ 2 bilhões.
7 de maio – primeiros obstáculos
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e outras entidades acionaram a Justiça para suspender o negócio. Uma liminar chegou a barrar a assinatura do contrato, condicionando o avanço às aprovações de órgãos como a Câmara Legislativa do DF.
9 de maio – processo liberado
A liminar foi derrubada, permitindo que a transação avançasse, ainda dependente de aval do Cade e do Banco Central.
17 de junho – aprovação no Cade
A Superintendência-Geral do Cade aprovou sem restrições a aquisição.
19 de junho – encontro no Banco Central
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebe o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro.
13 de agosto – novos entraves
O TJDFT voltou a suspender a compra, desta vez até a deliberação da Câmara Legislativa do DF e da assembleia de acionistas do BRB.
19 de agosto – aprovação legislativa
A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou o projeto de lei que autorizava a operação, em votação de dois turnos (15 a 7 no primeiro e 14 a 7 no segundo).
20 de agosto – sanção do governador
O governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), sancionou integralmente a lei, abrindo espaço para que o BRB avançasse em futuras aquisições no Brasil e no exterior. Com isso, restava apenas o aval do Banco Central.
3 de setembro – Banco Central veta compra
BC indefere a compra do Banco Master pelo BRB. Bancos avisão que tomarão alternativas cabíveis.
Antes da decisão do BC, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, havia afirmado em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC que a integração com o Master poderia elevar a base de clientes do conglomerado de 15 milhões para 25 milhões em cinco anos, sem mudanças imediatas para os correntistas.
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