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Falta de mão de obra qualificada vira crise e afeta 69% das indústrias no Brasil
Publicado 07/09/2025 • 11:58 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 07/09/2025 • 11:58 | Atualizado há 7 meses
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Mulher trabalhando com equipamento de segurança
A escassez de mão de obra qualificada já atinge 69% das indústrias brasileiras, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O problema, que afeta empresas de todos os portes, ameaça a produtividade e pressiona a busca por novas habilidades em um cenário de rápidas transformações tecnológicas.
A dificuldade é mais acentuada entre pequenas e médias indústrias (70%), mas também atinge grandes companhias (63%). Na linha de produção, o quadro é crítico: 94% das empresas relatam falta de técnicos e 82% não conseguem contratar operadores adequados.
Áreas fora da produção também enfrentam escassez. O déficit chega a 71% no marketing, 66% na administração e 62% em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Para 70% das empresas, o impacto mais imediato é a perda de eficiência operacional, enquanto 63% apontam dificuldades em manter padrões de qualidade.
Para enfrentar o desafio, 78% das indústrias apostam em programas internos de capacitação, buscando requalificar trabalhadores já contratados. Essa estratégia é vista como alternativa para reduzir o apagão de talentos no curto prazo.
O avanço da automação e da inteligência artificial exige um novo perfil de profissionais. O conceito de Indústria 5.0, que combina máquinas inteligentes e criatividade humana, ganha força no Brasil. Robôs tendem a assumir tarefas repetitivas e de risco, liberando os trabalhadores para funções de inovação, pensamento crítico e resolução de problemas complexos.
“O equilíbrio entre tecnologia e força humana é o caminho para aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, valorizar o papel das pessoas no processo industrial”, avalia a CNI.
O Fórum Econômico Mundial estima que até 2025 cerca de 85 milhões de empregos devem desaparecer com a automação, enquanto outros 97 milhões podem surgir em funções ligadas à tecnologia.
Especialistas alertam, no entanto, que sem investimentos robustos em capacitação, a transição pode ampliar a lacuna de talentos no país.
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