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‘Êxito na mediação pode ser vantajoso para o mercado’, diz ex-presidente Temer após entrar em campo para destravar caso BRB-Master
Publicado 16/09/2025 • 15:38 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 16/09/2025 • 15:38 | Atualizado há 6 meses
Em novo sinal de que ainda não desistiu de comprar uma fatia do Master, o BRB contratou o ex-presidente da República Michel Temer para destravar a operação. O Banco Central vetou a transação nos termos apresentados, mas o banco público brasiliense ainda pode remodelar a proposta e tentar outro aval da autoridade monetária.
“O êxito de uma mediação pode ser vantajoso para o mercado, para os investidores, para o Banco Central e para as instituições envolvidas. Esse é o nosso objetivo”, afirmou Temer ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
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O ex-presidente é conhecido em Brasília pelo seu poder de articulação e mediação. Foi contratado, por exemplo, pela Gradiente na disputa com a Apple no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo uso da marca iPhone — caso que segue parado na Corte. Também presta serviços ao Google nas negociações do Congresso para regulamentar as big techs.
O desafio, agora, é estender sua expertise a um órgão técnico, como o Banco Central. A Assembleia Legislativa do Distrito Federal já havia dado autorização legal para a compra do Master pelo BRB — contrato feito pelo governo do DF — nos moldes rejeitados pelo BC.
Ao saber da rejeição, o Banco de Brasília informou ao mercado, em fato relevante, que iria deliberar sobre as alternativas cabíveis. Nesta segunda-feira (16), reforçou em comunicação oficial que a decisão ainda não foi tomada.
“A companhia reforça que ainda não deliberou sobre as alternativas cabíveis. Adicionalmente, o BRB informa que, em consonância com seu planejamento estratégico, que prevê expansão de negócios e presença no mercado, realiza desde 2021 monitoramento contínuo de oportunidades compatíveis com seu apetite a riscos e com potencial de geração de valor para a instituição, incluindo compras e vendas de ativos”, disse o banco.
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