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Hyundai ajusta para cima previsão anual de receita apesar de tarifas dos EUA
Publicado 18/09/2025 • 07:47 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 18/09/2025 • 07:47 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Danielle DeVries | CNBC
Exposição da Hyundai no Salão Internacional do Automóvel de Nova York em 28 de março de 2024.
A Hyundai Motor aumentou suas expectativas de receita para este ano, apesar das tarifas impostas pelos Estados Unidos levarem a montadora a reduzir sua projeção de margem operacional para 2025.
As novas metas preveem uma margem operacional neste ano entre 6% e 7%, abaixo da faixa anterior de 7% a 8%, além de um crescimento de receita entre 5% e 6% — alta de 2 pontos percentuais em relação aos 175,2 trilhões de wons sul-coreanos (US$ 12,7 bilhões) registrados em 2024.
A montadora sul-coreana revisou suas metas financeiras nesta quinta-feira, antes do “CEO Investor Day”, em Nova York. Esta será a primeira vez que a empresa realiza o evento fora da Coreia do Sul e também a estreia de Jose Munoz como CEO, após assumir o comando da empresa neste ano.
Além da revisão das metas financeiras, a montadora reafirmou seus planos ambiciosos de crescimento, que incluem elevar as vendas anuais para 5,55 milhões de unidades até 2030. O resultado representaria um aumento de aproximadamente 34% em relação às vendas globais do ano passado, de 4,14 milhões de veículos.
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O encontro com investidores acontece em um momento delicado tanto para a empresa quanto para as relações entre Estados Unidos e Coreia do Sul. Munoz se reunirá com investidores semanas após a prisão de centenas de trabalhadores durante uma operação de imigração em uma fábrica de baterias na Geórgia, de propriedade conjunta da Hyundai e da LG Energy Solution.
Segundo autoridades de imigração dos EUA, cerca de 475 trabalhadores — incluindo mais de 300 sul-coreanos — foram detidos na operação realizada em 4 de setembro na planta de Ellabell, Geórgia. Muitos dos detidos retornaram à Coreia do Sul em um voo fretado, após negociações entre autoridades dos dois países.
A ação, que foi a maior operação de fiscalização em um único local da história do Departamento de Segurança Interna dos EUA, ocorreu devido a suspeitas relacionadas a vistos “irregulares” ou ao status migratório dos trabalhadores da fábrica, de acordo com autoridades americanas.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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