Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
Mercado brasileiro é estratégico para a Solana
Publicado 18/09/2025 • 12:20 | Atualizado há 4 meses
Principais analistas de Wall Street estão confiantes em três ações para o longo prazo; saiba quais são
Inabaláveis: por que as ações brasileiras ignoraram o ataque à Venezuela?
O conselho que Bozoma Saint John ignorou e que fez sua carreira decolar
O desafio de Warren Buffett: a pergunta que ele fazia a estudantes pode mudar seu futuro financeiro
Pequenas empresas desafiam gigantes da tecnologia no “próximo grande negócio” da IA
Publicado 18/09/2025 • 12:20 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
O Brasil desponta como mercado estratégico na América Latina para a Solana, que é uma criptomoeda descentralizada de par para par (P2P). Para falar sobre o tema, o Cripto Brasil entrevistou Antonio Neto, Head, da Solana América Latina, que destacou oportunidades e desafios da adoção de blockchain e criptomoedas no país.
“Nosso foco no país está em educação, desenvolvimento de negócios e construção de aplicações reais que utilizem blockchain, criptomoedas e stablecoins.”, afirma Antonio.
Isso porque o país figura entre os cinco maiores em usabilidade de stablecoins, segundo relatório da Chain Analysis. Apesar da alta adoção tecnológica, o Brasil ainda apresenta baixa produção de soluções próprias em cripto, com poucas startups estruturadas na área. A Solana busca preencher essa lacuna fortalecendo o ecossistema local.
“Estamos vendo diversas aplicações, desde empréstimos P2P até off-ramps, que permitem sacar criptomoedas para contas bancárias. Stablecoins dominam o ambiente on-chain”.
Ele explicou ao Cripto Brasil que projetos DeFi, como o EtherFuse, estão criando stablebonds usando títulos de governo, com iniciativas ativas no Brasil e México. “Meme coins, embora inicialmente especulativas, serviram como prova de fogo, testando a rede e criando uma infraestrutura robusta para novos usuários” explica Neto.
Segundo Antônio, participantes atraídos pela especulação acabam aprendendo sobre o ecossistema e explorando outras aplicações financeiras, o que reforça a maturidade da rede na região.
“Há potencial para que empresas brasileiras adotem tesouraria em cripto, como vimos com a Melios propondo criar um tesouro de Bitcoin”.
Ele disse ao Cripto Brasil que, assim como ocorreu com ETFs, a adoção depende da visão estratégica das empresas e da evolução do mercado macro, sendo ainda limitada a nichos específicos.
“O FireDancer vai aumentar a capacidade de transações para 1,5 milhão por segundo e reduzir o tempo entre blocos para cerca de 40 milissegundos” afirma o head.
Antônio explicou que a Solana usa o consenso Proof of History, que permite alta velocidade e descentralização. Outras atualizações, como SVMs e Open Glow, reforçam a infraestrutura da rede.
“Essas melhorias possibilitam operações que antes eram restritas a sistemas centralizados, aproximando a Solana de sua visão de Nasdaq on-chain”, disse Antônio Neto.
A expectativa é que o FireDancer consolide a rede para aplicações reais e acelere a adoção de criptomoedas e blockchain na América Latina, mantendo robustez e eficiência da infraestrutura global da Solana.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
Mais lidas
1
O desafio de Warren Buffett: a pergunta que ele fazia a estudantes pode mudar seu futuro financeiro
2
Trading controlada por grupo russo “some do mapa” e demite 344 no Brasil
3
Até quando as empresas podem aderir ao Simples Nacional em 2026? Veja datas
4
IPVA Rio de Janeiro 2026: veja datas de pagamento, descontos e como emitir o boleto
5
FGC começa a pagar credores do Banco Master; veja quantos já recebem