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EUA violaram o acordo de cessar-fogo, diz presidente do parlamento iraniano
Publicado 08/04/2026 • 15:53 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 08/04/2026 • 15:53 | Atualizado há 1 uma semana
Foto por - / ICANA NEWS AGENCY / AFP
Nesta imagem divulgada pela Agência de Notícias da Assembleia Consultiva Islâmica (ICANA), o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, vestido com um uniforme da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), preside uma sessão em Teerã em 1º de fevereiro de 2026.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou os Estados Unidos de violar o acordo de cessar-fogo de duas semanas, nesta quarta-feira, 8.
“A profunda desconfiança histórica que temos em relação aos Estados Unidos decorre de suas repetidas violações de todos os tipos de compromissos — um padrão que, lamentavelmente, se repetiu mais uma vez”, disse Ghalibaf em comunicado publicado nas redes sociais.
Segundo ele, três pontos da proposta iraniana de cessar-fogo, composta por dez itens, teriam sido descumpridos. As violações envolveriam a continuidade de ataques de Israel no Líbano, a entrada de um drone no espaço aéreo iraniano e a negação do direito do país de enriquecer urânio.
“Diante dessa situação, um cessar-fogo bilateral ou negociações não são razoáveis”, disse.
A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentário.
A declaração de Ghalibaf ocorre menos de um dia após o presidente Donald Trump concordar em suspender ataques por duas semanas. Em troca, o Irã permitiria a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz durante esse período.
Os preços do petróleo nos Estados Unidos caíam mais de 15%, próximos de US$ 95 por barril, por volta das 15h59 (horário de Brasília), mesmo com o acordo sob risco de ruptura.
Desde o anúncio, surgiram divergências entre as interpretações de Washington e Teerã, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz. Trump afirmou que o cessar-fogo dependia da reabertura completa, imediata e segura da rota marítima. Já o Irã pretende cobrar taxas pela passagem de embarcações, segundo reportagem do Financial Times.
O presidente norte-americano defende que o estreito funcione sem restrições, incluindo a ausência de pedágios, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
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