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Rendimentos dos Treasuries subiram levemente após o Fed cortar juros pela 1ª vez em 2025
Publicado 19/09/2025 • 09:20 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 19/09/2025 • 09:20 | Atualizado há 4 meses
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Analistas apontam que a inflação está mais ampla, sendo influenciada por setores como eletricidade e seguros, impactados por mudanças climáticas.
O mercado de títulos dos Estados Unidos registrou leve alta nos rendimentos nesta sexta-feira (19), refletindo a cautela dos investidores diante do cenário econômico, após o Federal Reserve (Fed) decidir pela primeira redução dos juros em 2025.
Pela manhã, o rendimento do título do Tesouro de dez anos subiu dois pontos-base, atingindo 4,125%, enquanto o papel de dois anos manteve-se praticamente estável em 3,576%. Já o título de trinta anos avançou dois pontos-base, alcançando 4,742%. Um ponto-base equivale a 0,01% e os preços dos títulos se movem em sentido oposto aos rendimentos.
No início da semana, o Federal Reserve aprovou por maioria de 11 votos a 1 a redução da taxa de juros em 0,25 ponto percentual, estabelecendo uma faixa entre 4,00% e 4,25%. O presidente do Fed, Jerome Powell, classificou a decisão como “gestão de riscos” e sinalizou, juntamente com outros dirigentes, a expectativa de mais dois cortes ainda em 2025.
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Segundo analistas do Deutsche Bank, o otimismo dos mercados era alimentado tanto pela sinalização de cortes adicionais nos juros quanto pelos dados positivos do mercado de trabalho. “Primeiro, os mercados ainda estavam se beneficiando dos anúncios do Fed na quarta-feira (17), onde a mudança para uma postura mais flexível no gráfico de pontos levou à expectativa de cortes adicionais. Segundo, tivemos dados mais fortes do mercado de trabalho dos EUA, com os pedidos iniciais de auxílio-desemprego registrando a maior queda semanal desde 2021. Isso ajudou a tranquilizar os investidores de que uma desaceleração econômica seria evitada”, afirmaram analistas do Deutsche Bank.
Os novos números sobre pedidos de auxílio-desemprego, divulgados na quinta-feira (18), amenizaram preocupações sobre uma possível retração econômica, depois de um aumento pontual na semana anterior que havia gerado receios quanto a demissões futuras. Para esta sexta-feira (19), não há previsões de divulgação de indicadores econômicos; no entanto, o foco dos investidores na próxima semana será o índice de despesas de consumo pessoal, principal referência do Fed para a inflação e termômetro da saúde econômica do país.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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