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Haddad vê chance de diálogo entre Trump e Lula para reverter tarifaço: ‘deu uma química’
Publicado 23/09/2025 • 22:03 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 23/09/2025 • 22:03 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, na noite desta terça-feira (23), que há perspectiva concreta de conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump com foco na revisão do tarifaço sobre produtos brasileiros. Segundo ele, “deu uma química” no recente contato entre os líderes, o que abre uma janela para reduzir tensões e recolocar a relação em uma agenda de integração econômica, investimentos e parcerias.
Para Haddad, o bom clima entre os presidentes cria o momento para discutir tarifas, sanções e uma pauta positiva de investimentos. As declarações do ministro aconteceram durante o 2º Congresso de Direito Tributário do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).
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Haddad voltou a classificar as sobretaxas como politicamente e economicamente equivocadas, lembrou que os EUA impuseram 10% à América do Sul (região deficitária frente ao mercado americano) e chegaram a discutir um acréscimo de 40% sobre produtos do Brasil — decisão que, na avaliação dele, elevou preços para consumidores nos EUA e já exige exceções para mitigar danos.
O ministro disse que o Brasil levará à mesa uma pauta verde (produção de baixo carbono e financiamento climático), digital (concorrência das big techs e soberania de dados, com processamento no país) e de atração de investimento produtivo — incluindo data centers e cadeias ligadas à transição ecológica.
No plano doméstico, Haddad ressaltou o avanço da reforma tributária e a montagem de um sistema digital de arrecadação sem precedentes. Defendeu corrigir distorções como o tratamento do prejuízo fiscal, mas com acordo amplo no Congresso para coibir abusos, dando previsibilidade e melhor ambiente de negócios — fatores que, segundo ele, fortalecem a posição do Brasil na negociação com Washington.
Em síntese: a “boa química” entre Lula e Trump, nas palavras de Haddad, pode destravar tarifas e sanções e reorientar o vínculo econômico Brasil–EUA para investimentos, emprego e crescimento, reduzindo a incerteza para empresas dos dois países.
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