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Alckmin vê avanço nas negociações Brasil-EUA e redução de tarifas como “ganha-ganha”
Publicado 29/09/2025 • 10:30 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 29/09/2025 • 10:30 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta segunda-feira (29) que as negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos estão avançando e que o país se beneficia de recentes medidas americanas que zeraram tarifas sobre celulose e ferro-níquel.
“Como exportamos muita celulose, isso equivale a US$ 1,7 bilhão. Dos 40 bilhões exportados para os EUA no ano passado, 4% da exportação brasileira foi zerada”, explicou, em entrevista à CBN Vale.
Alckmin destacou ainda que a relação comercial entre os dois países não é problemática para os americanos, que têm superávit somente com três países do G20, incluindo o Brasil. “Estamos otimistas, vamos fazer disso um ganha-ganha”, disse.
O vice-presidente ainda ressaltou que produtos estratégicos, como aviões da Embraer, também foram retirados do tarifaço.
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Sobre a possibilidade de um novo encontro entre os presidentes Lula e Trump, coonforme anunciado pelo americano em discurso na ONU, Alckmin afirmou não haver detalhes definidos, como dia ou tipo do encontro, mas destacou a importância da reunião: “A abertura do diálogo, o avanço do diálogo, vai melhorar muito a relação Brasil-Estados Unidos”.
Alckmin também mencionou que o setor privado tem papel crucial nesse processo, por meio de câmaras comerciais e negociações bilaterais.
No cenário doméstico, Alckmin comentou sobre a taxa Selic e o impacto sobre a economia. “A Selic a 15% gera crédito caro, aumenta a dívida e atrapalha o PIB. Estamos otimistas que haja redução mais rápida da Selic, principalmente com a queda do dólar e da inflação dos alimentos”, disse, ressaltando que cada ponto percentual da Selic representa R$ 48 bilhões anuais para o governo em rolagem de dívida.
Alckmin também comentou sobre a reforma tributária e a proposta de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. “Estamos fazendo justiça tributária. O projeto é neutro, não vai aumentar déficit e deve ser aprovado na quarta-feira”, disse. Ele destacou que a reforma, ao simplificar impostos sobre consumo, pode aumentar PIB, investimento e exportações ao longo de 15 anos.
O vice-presidente concluiu reforçando o potencial de crescimento do Brasil, citando o subsolo rico em minerais estratégicos, a competitividade da agricultura e a força do setor industrial e de serviços.
“O Brasil tem mercado interno, é a sétima população do mundo e a décima economia. Tem potencial de crescimento acima de 2% este ano e, quanto mais rápido caírem os juros, mais ajuda a economia”, disse.
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