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Petróleo fecha em queda, pressionado por prolongamento de tensões entre EUA-China
Publicado 15/10/2025 • 17:48 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 15/10/2025 • 17:48 | Atualizado há 3 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (15), enquanto as tensões entre Estados Unidos e China se estendem, apesar das expectativas para o encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping. Os preços da commodity também são pressionados por preocupações com excesso de oferta.
O petróleo WTI para novembro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em queda de 0,73% (US$ 0,43 – cerca de R$ 2,35, na cotação atual), a US$ 58,27 (R$ 318,13) o barril. Já o Brent para dezembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), recuou 0,77% (US$ 0,48 – R$ 2,62), a US$ 61,91 (R$ 338,03) o barril.
Nesta quarta-feira, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que as negociações sino-americanas sobre comércio continuam e que ainda espera um encontro entre Trump e Xi no fim de outubro, na Coreia do Sul. No entanto, em evento, ele não descartou a possibilidade de Washington adotar novas medidas contra Pequim, elevando as tensões entre os dois países.
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Para o Ritterbusch, a menos que haja um grande avanço nas discussões entre as duas principais potências econômicas do mundo nas próximas semanas, o cenário aponta para que o WTI seja movido para uma nova faixa de negociação mais baixa, limitada por cerca de US$ 55 (R$ 300,30) na mínima e US$ 61,50 (R$ 335,79) na máxima. “No geral, prevemos algumas grandes oscilações de preço à frente”, acrescenta.
Apesar do cessar-fogo em Gaza, o mercado ainda mantém as atenções voltadas para o Oriente Médio, com incertezas sobre a estabilidade na região. O Exército israelense informou que um dos corpos entregues pelo Hamas na véspera, como parte da negociação, não era de um dos reféns. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu exigiu que o grupo cumpra os termos acordados.
A renovação do tom agressivo de Bessent contra a China, sobre a compra de petróleo russo, deu certo suporte aos preços do óleo durante a sessão, assim como o anúncio do Reino Unido de novas sanções contra Moscou.
Ainda no radar de notícias, dentro da Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), Arábia Saudita e Rússia, os dois principais produtores do grupo, têm enfrentado tensões sobre a política de produção de petróleo.
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