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Bolsas da Europa fecham sem direção única com recuperação do setor de luxo; Paris sobe 2%
Publicado 15/10/2025 • 15:27 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 15/10/2025 • 15:27 | Atualizado há 6 meses
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Bolsas de Nova York
As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta quarta-feira (15), em meio ao otimismo com o setor de luxo e a estabilidade política na França.
O índice CAC 40, da Bolsa de Paris, avançou cerca de 2%, impulsionado pelo anúncio de que o governo suspenderá a reforma da previdência até as eleições de 2027. Investidores também monitoraram a escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
Em destaque, o CAC 40, de Paris, avançou 1,99%, aos 8.077,00 pontos. O FTSE 100, de Londres, recuou 0,30%, aos 9.424,75 pontos. Em Frankfurt, o DAX cedeu 0,11%, aos 24.210,98 pontos, enquanto o Ibex35, em Madri, recuou 0,03%, a 15.581,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,29%, a 8.251,93 pontos. O FTSE MIB, em Milão, caiu 0,38%, a 41.906,90 pontos. As cotações são preliminares.
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Além da intenção de reduzir o déficit orçamentário, o anúncio do premiê francês, Sebastien Lecornu, de suspender a reforma da previdência até as eleições presidenciais de 2027 atende a uma demanda dos socialistas. O CAC 40 ganhou impulso também com a recuperação das companhias de luxo, que haviam sido pressionadas no pregão anterior. O subíndice do setor avançava mais de 6%.
O movimento foi impulsionado pelo salto de 12,5% da LVMH, que revelou que as vendas voltaram a crescer no terceiro trimestre — o primeiro avanço no ano. Referência em artigos de luxo, a empresa puxou ganhos de pares como Christian Dior (+12,4%) e Kering (+5,3%). Em outras praças europeias, Moncler subiu 7,7% em Milão e Burberry avançou 3,3% em Londres.
A ASML registrou alta de 3% em Amsterdã, impulsionada por encomendas de equipamentos de fabricação de chips acima das expectativas.
Já a Stellantis avançou 3,2% após anunciar planos de investir US$ 13 bilhões (cerca de R$ 71 bilhões, na cotação atual) nos EUA nos próximos quatro anos.
No Reino Unido, a ministra das Finanças, Rachel Reeves, admitiu estar avaliando aumentos de impostos e cortes de gastos no próximo plano orçamentário, previsto para o fim de novembro.
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