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Ouro fecha em alta de 1% e supera US$ 4.200 pela primeira vez na história
Publicado 15/10/2025 • 16:09 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 15/10/2025 • 16:09 | Atualizado há 6 meses
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Ouro
O ouro fechou a quarta-feira (15) em alta pela quarta sessão consecutiva, superando o nível de US$ 4.200 (cerca de R$ 22.932, na cotação atual) a onça-troy pela primeira vez na história.
O metal precioso continua atraindo investidores em busca de segurança, diante das tensões comerciais entre EUA e China e da sinalização de novos cortes de juros por dirigentes do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,91%, a US$ 4.201,60 (R$ 22.981,74) por onça-troy, nível inédito de fechamento após atingir o valor de US$ 4.235,80 (R$ 23.229,47) durante a sessão.
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Com novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra a China, “investidores têm ainda mais motivos” para proteger seus investimentos diversificando para o ouro, afirmou Fawad Razaqzada, analista de mercado da City Index e da FOREX.com, à CNBC.
Segundo ele, o metal deve atingir o patamar de US$ 5.000 (R$ 27.300), com possíveis correções a curto prazo atraindo novos compradores.
Além disso, o ouro foi beneficiado por declarações do dirigente do Federal Reserve, Stephen Miran, que apontou para novas reduções nos juros — movimento oposto ao do dólar, outro ativo de segurança que compete com o metal precioso.
A fala de terça-feira do presidente do Fed, Jerome Powell, também contribuiu para manter o bom momento do ouro, de acordo com analistas da ANZ.
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