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Usiminas tem prejuízo contábil no 3º trimestre, mas EBITDA ajustado avança 2%
Publicado 24/10/2025 • 08:33 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 24/10/2025 • 08:33 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
A Usiminas reportou prejuízo líquido de R$ 3,5 bilhões no 3º trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 127,6 milhões do trimestre anterior. O resultado foi impactado por uma baixa contábil (impairment) de R$ 2,2 bilhões relacionado à reavaliação de ativos não financeiros.
A receita líquida consolidada manteve-se estável, somando R$ 6,6 bilhões, enquanto o EBITDA ajustado totalizou R$ 434 milhões, avanço de 6% na comparação trimestral e de 2% frente ao mesmo período de 2024. A margem EBITDA ajustada subiu para 7%, refletindo ganhos operacionais em siderurgia e mineração.
Segundo a administração, os resultados foram sustentados por eficiência operacional, controle de custos e leve aumento no volume de vendas de aço e minério de ferro, que cresceram 2% em relação ao trimestre anterior. O setor de mineração teve desempenho positivo, com produção 4% maior e vendas externas em alta de 3%, enquanto o mercado interno mostrou leve retração.
A companhia também destacou a redução expressiva da alavancagem, que caiu para 0,16 vez o EBITDA ajustado, contra 0,50 vez no 2º trimestre. A dívida líquida recuou de R$ 1,05 bilhão para R$ 327 milhões, favorecida pela geração de caixa e pela gestão conservadora de endividamento.
Nos comentários sobre o trimestre, a Usiminas afirmou que o impairment teve caráter não recorrente e que mantém o foco em recuperar margens operacionais e preservar caixa. “Seguimos atuando com disciplina financeira, buscando otimização de custos e aumento da produtividade, com destaque para a estabilidade operacional e o equilíbrio entre as unidades de siderurgia e mineração”, informou a administração.
Os investimentos (CAPEX) totalizaram R$ 266 milhões, queda de 20% em relação ao trimestre anterior, refletindo o cronograma de execução dos projetos de modernização. O fluxo de caixa livre ficou positivo em R$ 613 milhões, alta de 118% ante o 2º trimestre.
A Usiminas encerrou setembro com R$ 6 bilhões em caixa e dívida bruta de R$ 6,36 bilhões, mantendo perfil de endividamento alongado, com duração média de 41 meses para dívidas em reais e 62 meses para dívidas em dólar.
Com o cenário de demanda ainda moderado no mercado doméstico e custos de produção em ajuste, a empresa afirmou que seguirá priorizando eficiência, segurança operacional e competitividade de produtos de alto valor agregado, buscando melhorar o desempenho nos próximos trimestres.
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