Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Itaúsa registra lucro líquido de R$ 4,1 bi no 3T25; alta de 6% em um ano
Publicado 10/11/2025 • 20:52 | Atualizado há 4 meses
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 10/11/2025 • 20:52 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Divulgação
Itaúsa
A Itaúsa, uma das maiores holdings de investimento de capital aberto da América Latina, anunciou na noite desta segunda-feira (10) lucro líquido recorrente de R$ 4,120 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 6% na comparação com o mesmo período de 2024.
O presidente da holding, Alfredo Setubal, destaca em comentário no balanço, que mesmo em “um cenário de ajustes globais”, a Itaúsa teve lucro recorde e o resultado das investidas, que inclui nomes como Itaú, Aegea, Alpargatas e Motiva (ex-CCR), cresceu 7% na comparação anual. “O Itaú Unibanco manteve performance robusta, com crescimento em todos os segmentos da sua carteira de crédito no Brasil, custo de crédito e inadimplência sob controle”, escreveu Setubal.
O Itaú, o maior investimento da Itaúsa, teve lucro recorde de R$ 11,9 bilhões no terceiro trimestre. Nas investidas do setor não financeiro, Setubal destaca os resultados crescentes da Aegea, Alpargatas e Motiva. A Aegea e a Motiva conseguiram melhorar o resultado em função de reajustes tarifários, aumento de volume e novas concessões.
Leia mais:
Itaú ultrapassa Petrobras e sobe no ranking de empresas mais valiosas do Brasil; veja valores
Petrobras corta preço do gás natural para distribuidoras em 1,7%
Indicadores e gestão financeira
Entre os principais indicadores, o retorno patrimonial recorrente (ROE, na sigla em inglês) ficou em 18,5% no terceiro trimestre, ante 18% no mesmo período de 2024. Já o endividamento líquido da Itaúsa caiu mais 26% no terceiro trimestre na comparação anual, para R$ 697 milhões.
No endividamento, a holding destaca que os números mostram a estratégia de gerenciamento dos passivos, iniciada no final de 2022, e que em agosto teve mais um pré-pagamento de debêntures. O valor de mercado do portfólio da Itaúsa ficou em R$ 168,1 bilhões, alta anual de 18%. O resultado recorrente das empresas investidas foi de R$ 4,369 bilhões, crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior, de acordo com o balanço.
O Itaú contribuiu com a maior parte, R$ 4,085 bilhões, expansão anual de 7,1%. Entre as investidas, a Dexco, de materiais de construção, foi a única a gerar perdas, de R$ 17 milhões no terceiro trimestre, ante ganho de R$ 68 milhões no mesmo período do ano passado. A piora foi reflexo do menor resultado financeiro, por conta da Selic mais alta, e do maior endividamento líquido.
A Dexco também teve o impacto da venda de ativos florestais e reavaliação do ativo biológico no terceiro trimestre do ano passado, o que não ocorreu no terceiro trimestre de 2025. A holding fechou setembro com R$ 2,4 bilhões em caixa, menor em relação a julho, que estava em R$ 4,3 bilhões. A razão é que a empresa usou parte do caixa para fazer o resgate antecipado das debêntures, no valor de R$ 2,5 bilhões.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Oncoclínicas negocia período de ‘stand still’ com credores após mudança de CEO
3
Wetzel protocola plano de recuperação extrajudicial após acordo com credores
4
Raízen: quem ganha e quem perde com a crise da companhia?
5
IPCA mais fraco em fevereiro faz inflação de doze meses recuar para 3,81% e ficar mais perto da meta