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CNI atribui retirada de tarifas dos EUA a avanço nas negociações comerciais
Publicado 20/11/2025 • 21:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/11/2025 • 21:15 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
MARK SCHIEFELBEIN/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou que a decisão dos Estados Unidos de retirar a tarifa de 40% sobre 238 produtos agrícolas brasileiros representa um avanço na atualização da agenda comercial entre os dois países. Segundo ele, a medida reforça o peso da relação bilateral construída ao longo de 200 anos.
“Vemos com grande otimismo a ampliação das exceções e acreditamos que a medida restaura parte do papel que o Brasil sempre teve como um dos grandes fornecedores do mercado americano”, disse em comunicado.
Alban destacou que o setor produtivo brasileiro tem participado ativamente das conversas com autoridades americanas desde o início das medidas tarifárias. Em setembro, a entidade conduziu uma missão a Washington com um grupo de 130 empresários para reforçar a interlocução e apoiar o trabalho técnico das equipes envolvidas nas negociações.
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A revisão da lista norte-americana incluiu produtos amplamente comercializados pelo Brasil, como carne bovina, café e cacau. Segundo a CNI, a mudança melhora o ambiente para as exportações brasileiras. “A nova medida volta a tornar os nossos produtos competitivos, uma vez que a remoção das tarifas recíprocas, de 10%, na última semana, havia deixado nossos produtores em condições menos vantajosas”, acrescentou.
Para o executivo, o avanço na pauta agrícola abre espaço para que outras agendas sejam retomadas, especialmente no campo industrial. Ele lembrou que Brasil e Estados Unidos possuem estruturas produtivas complementares e que há espaço para aprofundar acordos que facilitem a entrada de bens manufaturados, como os segmentos de máquinas e equipamentos, nos quais o mercado americano é o principal destino brasileiro.
Por fim, a CNI afirma que continuará mobilizando empresas e entidades parceiras nos Estados Unidos para fortalecer o diálogo e auxiliar as autoridades dos dois países nas próximas etapas das negociações.
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