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Disputas judiciais envolvem rescisão milionária de Daniel Alves com o São Paulo
Publicado 24/11/2025 • 16:23 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 24/11/2025 • 16:23 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação/SPFC
Daniel Alves em sua apresentação como jogador do São Paulo, em 2019
A rescisão contratual de R$ 22,8 milhões firmada entre Daniel Alves e o São Paulo, em setembro de 2021, continua sendo alvo de disputas judiciais que envolvem credores, penhoras e acordos de antecipação de recebíveis.
O valor, que está sendo pago pelo clube em 60 parcelas mensais até 2027, tornou-se uma peça central em diferentes processos movidos contra o ex-jogador, com diversas ações tentando bloquear ou reter parte dos pagamentos que o São Paulo ainda deve a Daniel Alves.
O acordo de rescisão entre o São Paulo e Daniel Alves estipulou o pagamento de R$ 22,8 milhões, relativos a salários, direitos de imagem e premiações, que o lateral-direito teria a receber até dezembro de 2022. Para garantir o fluxo de caixa do clube, as parcelas foram divididas em 60 vezes, com valor médio de R$ 380 mil mensais, com início em janeiro de 2022 e término previsto para janeiro de 2027.
Durante seu período no clube, Daniel Alves recebia cerca de R$ 1,5 milhão mensais, além dos valores adicionais relacionados aos direitos de imagem.
Apesar da rescisão acordada, o valor das parcelas ainda está sendo alvo de disputas judiciais envolvendo o ex-jogador, sua ex-esposa, um banco e um fundo de investimentos.
Em setembro de 2022, o fundo GAD, especializado na compra de direitos creditórios, firmou um contrato com Daniel Alves. O fundo pagou à vista R$ 11,5 milhões ao ex-jogador, adquirindo o direito de receber as parcelas da rescisão do São Paulo.
No entanto, após a prisão de Daniel Alves na Espanha em 2023, o pagamento das parcelas foi interrompido, gerando uma dívida atual de R$ 7,7 milhões, conforme alegado pelo fundo.
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Além disso, parte das parcelas foi penhorada em ações movidas por Dinorah Santana, ex-esposa de Daniel Alves, que solicitou a penhora de 30% a 50% das parcelas para garantir o pagamento da pensão alimentícia dos filhos do jogador. O processo de pensão alimentícia, que corre sob segredo de Justiça, tem dificultado o acompanhamento completo das disputas judiciais.
Outro bloqueio foi relacionado a uma ação movida pelo Banco Safra, que também tentou penhorar as parcelas da rescisão, embora essa ação tenha sido encerrada.
Diversos credores identificaram as parcelas da rescisão como uma fonte para o pagamento das dívidas. Por meio de consultas aos extratos bancários de Daniel Alves e ao contrato de rescisão, os advogados dos credores solicitaram bloqueio direto das parcelas.
As solicitações foram feitas à 2ª Vara do Trabalho de São Paulo e ao Tribunal de Justiça, mas, até o momento, nenhuma parcela foi efetivamente bloqueada.
O São Paulo segue cumprindo com o contrato de rescisão e realizando os pagamentos mensais de R$ 380 mil à conta indicada por Daniel Alves, conforme estipulado. O clube informou que o departamento jurídico acompanha as disputas, mas que está cumprindo rigorosamente o acordo homologado na rescisão.
Daniel Alves, que aguarda julgamento em terceira instância na Espanha por acusações de agressão sexual, segue em liberdade provisória enquanto espera a decisão final. A sentença de primeira instância condenou o ex-jogador a quatro anos e meio de prisão, mas ele ainda aguarda o resultado de sua apelação.
A situação jurídica de Daniel Alves, tanto no âmbito criminal quanto nas disputas judiciais sobre suas finanças, pode ter impactos futuros nas ações envolvendo a rescisão contratual com o São Paulo.
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