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EXCLUSIVO: espaço aéreo da Chechênia deveria ser fechado para voos comerciais, diz consultor da Otan
Publicado 28/12/2024 • 14:17 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 28/12/2024 • 14:17 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O espaço aéreo da região russa da Chechênia deveria ser proibido para voos comerciais, afirmou Vincenzo Camporini, ex-chefe da Aeronáutica italiana e atual consultor de segurança aérea da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
No dia 25 de dezembro, um avião da Embraer caiu no Cazaquistão. De 67 pessoas a bordo, 38 morreram.
Camporini afirmou que há algumas possíveis causas para a queda e que as precauções devem ser tomadas para evitar futuros incidentes.
Segundo ele, as imagens do acidente mostram furos na fuselagem do avião, o que indica uma possível colisão com um míssil antiaéreo, um tipo de armamento que dispara estilhaços ao atingir seu alvo.
O especialista diz acreditar que o avião pode ter sido alvo acidental de um míssil lançado de uma base próxima, considerando a localização do incidente, em uma região em que os sistemas de defesa antiaéreos são ativos.
“Com as imagens mostradas nos últimos minutos do voo, os motores do avião pareciam intactos, e os furos na fuselagem são compatíveis com estilhaços de um míssil”, afirmou Camporini.
Ele também disse que a área onde o acidente ocorreu não foi fechada ao tráfego aéreo, o que, segundo ele, é uma falha na gestão da segurança aérea. “Esse espaço aéreo precisa ser proibido aos aviões dos nossos países. Se alguém voar por ali, estará assumindo o risco.”
Camporini fez um paralelo com o caso do voo MH17 da Malaysia Airlines, abatido em 2014, cuja investigação apontou a responsabilidade de rebeldes ucranianos aliados à Rússia. O especialista afirmou que, em situações como essa, é essencial que as autoridades aéreas, como as do Brasil, participem das investigações, uma vez que o avião foi fabricado no Brasil e havia se comunicado com os órgãos de controle aéreo russos antes do acidente.
O consultor ainda destacou a importância da colaboração internacional nas investigações, especialmente entre os países envolvidos, para esclarecer as causas da tragédia e garantir a segurança das viagens aéreas.
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