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Kátia Abreu aponta o que falta para o Brasil liderar a transparência ambiental no agro
Publicado 08/12/2025 • 13:08 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 08/12/2025 • 13:08 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC conversou com Kátia Abreu sobre a transformação digital do agronegócio, impulsionada por governança, compliance ambiental e tecnologia avançada. Para ela, o setor entrou em uma etapa decisiva de competitividade, com mais transparência e controle territorial.
Segundo Abreu, os avanços dos últimos 50 anos foram decisivos para o salto produtivo. “A mágica foi a Embrapa trazendo tecnologia para produzir mais no mesmo espaço de chão”, afirma ao destacar o impacto da pesquisa agrícola.
Ela explica que o agro agora vive uma segunda fase, marcada pela digitalização de processos e pelo uso massivo de dados ambientais. O georreferenciamento e o CAR formam a base dessa nova governança, permitindo identificar limites, áreas sensíveis e riscos jurídicos com precisão.
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“O CAR é como uma tomografia da propriedade. Ele mostra onde está o rio, a nascente, a área de produção e a que precisa ser recuperada”, diz a ex-ministra, reforçando o papel dos instrumentos digitais na política ambiental.
Essa infraestrutura tecnológica também sustenta o compliance exigido pelos bancos, que hoje condicionam crédito à regularidade ambiental. A medida pressiona a profissionalização do setor e reduz margens para irregularidades.
Apesar dos avanços, Abreu afirma que o país ainda opera com sistemas desconectados. Falta integração entre plataformas do Incra, Ibama, órgãos estaduais e prefeituras, o que gera lentidão em licenciamentos e insegurança nos fluxos de informação.
“O grande problema é que cada órgão é uma ilha. Nenhuma conversa com a outra”, critica. Para ela, a ausência dessa integração impede um salto organizacional que colocaria o Brasil na liderança global em transparência ambiental.
A ex-ministra defende a criação de uma plataforma única de geoprocessamento, com camadas compartilhadas entre todos os entes federativos. A unificação, afirma, elevaria a eficiência do Estado e aceleraria entregas ao produtor rural, reforçando a competitividade do agro brasileiro.
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