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Entenda por que bitcoin subiu na véspera de decisão do Fed
Publicado 09/12/2025 • 18:31 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/12/2025 • 18:31 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Imagem gerada por IA/Times Brasil
Bitcoin
Operando próximo a estabilidade durante a manhã, o bitcoin ganhou ímpeto, firmou alta e ultrapassou o nível de US$ 93 mil (R$ 506 mil), em dia marcado por ampla volatilidade nos mercados globais.
A Binance avalia que o último mês do ano deve trazer uma recuperação a curto prazo, à medida que a realização de lucros diminui e compradores aproveitam as quedas para entrar em “um mercado com baixa liquidez, em temporada de festas, apesar dos desafios macroeconômicos em curso”.
Analistas da Standard Chartered vão além e afirmam que a moeda digital ainda tem potencial para avançar aos US$ 100.000 (R$ 544.000,00) até o fim deste ano – mas não deve atingir a previsão inicial feita pelo banco de US$ 200 mil (R$ 1.088.000,00) ainda em 2025. “A recente movimentação do preço do Bitcoin tem sido, no mínimo, desafiadora”, disse. Apesar disso, o banco vê a recente queda de 36% em relação à máxima histórica atingida em outubro como movimento “normal” para a criptomoeda.
Uma redução nos juros do Fed já é considerada como certa para a maior parte dos investidores, as próximas reuniões de decisão monetária ainda não têm um caminho definido – com temores de que o Fed possa “sinalizar um ritmo mais lento de flexibilização monetária no futuro“, afirma a Tickmill.
O noticiário corporativo também dá força às moedas digitais, afirma ainda a Tickmill, frente a relatos de que uma das maiores corretoras licenciadas em cripto de Hong Kong, a HashKey Holdings, pretende abrir capital por meio de um IPO de US$ 215 milhões (R$ 1.169,6 bilhões), segundo a Bloomberg.
O bitcoin registrou alta nesta terça-feira (9), na véspera de decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), cuja ampla expectativa é por flexibilização de política monetária. Além disso, o noticiário corporativo permanece no radar dos investidores do mercado cripto.
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Por volta das 17h (em Brasília), o bitcoin avançava 4,08%, a US$ 93.819,98 (cerca de R$ 510.579,09, na cotação atual) e o ethereum subia 7,70%, a US$ 3.360,23 (R$ 18.280,05), de acordo com a plataforma Coinbase.
Operando próximo a estabilidade durante a manhã, o bitcoin ganhou ímpeto, firmou alta e ultrapassou o nível de US$ 93 mil (R$ 506 mil), em dia marcado por ampla volatilidade nos mercados globais.
A Binance avalia que o último mês do ano deve trazer uma recuperação a curto prazo, à medida que a realização de lucros diminui e compradores aproveitam as quedas para entrar em “um mercado com baixa liquidez, em temporada de festas, apesar dos desafios macroeconômicos em curso”.
Analistas da Standard Chartered vão além e afirmam que a moeda digital ainda tem potencial para avançar aos US$ 100.000 (R$ 544.000) até o fim deste ano – mas não deve atingir a previsão inicial feita pelo banco de US$ 200 mil (R$ 1,088 milhão) ainda em 2025. “A recente movimentação do preço do Bitcoin tem sido, no mínimo, desafiadora”, disse.
Apesar disso, o banco vê a recente queda de 36% em relação à máxima histórica atingida em outubro como movimento “normal” para a criptomoeda.
Uma redução nos juros do Fed já é considerada como certa para a maior parte dos investidores, as próximas reuniões de decisão monetária ainda não têm um caminho definido – com temores de que o Fed possa “sinalizar um ritmo mais lento de flexibilização monetária no futuro“, afirma a Tickmill.
O noticiário corporativo também dá força às moedas digitais, afirma ainda a Tickmill, frente a relatos de que uma das maiores corretoras licenciadas em cripto de Hong Kong, a HashKey Holdings, pretende abrir capital por meio de um IPO de US$ 215 milhões (R$ 1,16 bilhão), segundo a Bloomberg.
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