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Agricultores europeus terão salvaguarda em possível acordo com Mercosul
Publicado 16/12/2025 • 10:48 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 16/12/2025 • 10:48 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Frederick Florin / AFP
O Parlamento Europeu aprovou nesta terça-feira (16) medidas de proteção reforçadas para os agricultores europeus, visando limitar o potencial impacto do acordo de livre-comércio com os países do Mercosul.
Apoiadas por 431 votos contra 161, essas medidas de salvaguarda preveem o monitoramento de produtos sensíveis (como carne bovina, aves e açúcar) e a possível reintrodução de tarifas alfandegárias em caso de desestabilização do mercado.
Isso, no entanto, não deve ser suficiente para obter o sinal verde da França. Paris pediu à UE que adie a assinatura do acordo comercial, que Bruxelas gostaria de firmar no Brasil já neste sábado.
Leia também: Acordo comercial entre UE e Mercosul ameaçado às vésperas da assinatura; saiba por quê
O Parlamento Europeu optou por uma proteção mais rigorosa do que a aprovada pelos Estados-membros. Os eurodeputados querem que a Comissão Europeia intervenha caso o preço de um produto do Mercosul seja pelo menos 5% inferior ao da mesma mercadoria na UE e o volume de importações isentas de tarifas aumente mais de 5%. A proposta inicial fixava esses limites em 10%.
Agora, os Estados e o Parlamento Europeu tentarão chegar a um consenso sobre esse ponto.
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europaia, ainda espera assinar o tratado de livre-comércio durante a cúpula do Mercosul neste sábado (20), na cidade brasileira de Foz do Iguaçu. Porém, a presidente da Comissão precisa antes do aval dos Estados-membros.
Em meio a mobilizações do setor agrícola, a França aumentou a pressão ao pedir o adiamento da votação para 2026. A Alemanha, por sua vez, defendeu a assinatura do tratado ainda esta semana.
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