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Parceria entre instituições promete reforçar combate ao crime organizado e cibernético
Publicado 22/12/2025 • 19:21 | Atualizado há 4 meses
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KEY POINTS
Ataque cibernético, uma imagem representativa mostra um cadeado sobre um teclado de computador
FlyD/Unsplash
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Polícia Federal (PF) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) assinaram, nesta segunda-feira (22) acordo de cooperação técnica para implementar ações conjuntas que contribuam para um melhor diagnóstico e desenvolvimento de medidas para ampliar o combate ao crime organizado e cibernético. A assinatura ocorreu na sede da PF em São Paulo.
A parceria vai promover o intercâmbio de informações em assuntos que envolvam lavagem de dinheiro, crime organizado e cibernético – ressalvadas as informações protegidas por sigilo –, incluindo ameaças cibernéticas que tenham relação com o Sistema Financeiro Nacional (SFN), além da realização de pesquisas, estudos científicos, tecnológicos, eventos, e de capacitação para o aprimoramento da prevenção e da repressão à lavagem de dinheiro e ao crime organizado e cibernético.
“A partir desse ACT, o BNDES vai compartilhar o todo o seu conhecimento sobre integridade, controle interno, compliance, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, segurança da informação e mitigação de riscos cibernéticos. O Banco é uma instituição sólida, transparente e integrante do Sistema Financeiro Nacional, que dispõe de efetivos de mecanismos de segurança e compliance”, explicou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
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Para o diretor-geral da PF, a parceria doméstica com entidades como BNDES e Febraban é fundamental para enfrentar o crime organizado, combatendo as fraudes bancárias. “Se o crime mudou, não podemos ficar parados no tempo e pensar em combater essas novas modalidades de delinquência com práticas que viemos adotando há 10, 15, 20 anos”, observou Andrei Rodrigues. “Agora que temos um brasileiro à frente da Interpol, esperamos já nos primeiros meses de 2026 fechar um acordo para trazer essa organização internacional para a nossa parceria”.
No âmbito do ACT, será desenvolvido um plano de trabalho alinhado entre os partícipes, que será orientado para o compartilhamento e produção de conhecimento científico, tecnológico e de pesquisa, realização de estudos e eventos técnicos e a devida capacitação de recursos humanos, com o intuito de fortalecer as ações para prevenção e repressão ao crime organizado e cibernético, em busca de maior segurança para o SFN.
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