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Nazaré transforma ondas gigantes em negócios, e novos recordes podem turbinar “efeito WSL”
Publicado 25/12/2025 • 19:53 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 25/12/2025 • 19:53 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Divulgação/World Surf League (WSL)
Pedro Vianna surfa nas ondas de Nazaré, em Portugal
Nazaré, em Portugal, consolidou as ondas gigantes como um ativo econômico. Um estudo citado pela imprensa local estima que um único evento de ondas grandes na Praia do Norte pode gerar mais de € 3 milhões em impacto direto e indireto na economia local, somando consumo de bens e serviços, hospedagem e efeito turístico. Em 2024, o levantamento também apontou € 1,7 milhão em gastos associados ao público presente.
O “efeito Nazaré” ganha força com a capacidade de atrair público e mídia. Na edição 2025-26 do TUDOR Nazaré Big Wave Challenge, em dezembro, mais de 10 mil espectadores se concentraram nos penhascos da Praia do Norte para acompanhar o tow-in em ondas entre 14 e 18 metros.
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A temporada também reacendeu a corrida por recordes. O brasileiro Rodrigo Koxa surfou em 19 de dezembro uma onda com medição científica de 29,15 metros, o que pode recolocá-lo no topo do Guinness, hoje associado ao alemão Sebastian Steudtner com 26,21 metros. Entre as mulheres, a brasileira Maya Gabeira segue como referência no Guinness com 22,4 metros.
Na ponta do atleta, a conta é bem menor do que parece: o Big Wave Challenge Awards 2025, premiação anual que reúne categorias de ondas gigantes surfadas em todo o mundo, tem US$ 100 mil de bolsa total distribuída entre nove categorias.
Já para a cidade, o retorno é ampliado por turismo e exposição. Reportagens baseadas em estudos sobre a economia do surfe em Portugal apontam que Nazaré pode gerar quase € 9 milhões em valor de exposição de imagem em torno desses eventos: uma vitrine que ajuda a sustentar hotelaria, comércio e posicionamento internacional do destino.
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Outro fator que influencia o apelo comercial é a credibilidade das medições. A World Surf League (WSL) anunciou que deixaria de verificar oficialmente recordes de ondas gigantes e que o Guinness World Records retomaria essa função a partir de 13 de setembro de 2025, em colaboração com o grupo do Big Wave Challenge. Antes disso, a WSL havia criado o Big Wave Record Chase, iniciativa que chegou a estabelecer prêmio de US$ 500 mil para impulsionar a busca por marcas históricas.
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