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Burry, investidor de “A Grande Aposta”, esclarece postura: “Eu não estou vendido” em ações da Tesla
Publicado 01/01/2026 • 06:45 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 01/01/2026 • 06:45 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Jonas Karlsson. / Vanderbilt School of Medicine
O renomado investidor Michael Burry negou, na quarta-feira, que esteja vendido nas ações da Tesla, após classificar a fabricante de veículos elétricos como “ridiculamente supervalorizada”.
Em uma publicação na rede social X, o fundador da Scion Asset Management respondeu a um usuário que perguntou se ele apostaria contra a Tesla, afirmando: “Eu não estou vendido”.
Burry, que construiu sua reputação ao prever corretamente o colapso do mercado imobiliário dos Estados Unidos (evento que levou à crise financeira global de 2008), esclareceu sua posição após ter feito a mesma crítica à Tesla em uma publicação separada.
O investidor de “A Grande Aposta” já havia feito essa mesma avaliação sobre a valorização das ações da Tesla aos assinantes de sua nova newsletter paga no Substack, no início deste mês.
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Recentemente, Burry também ganhou destaque ao fazer apostas vendidas no setor de tecnologia. Segundo ele, algumas das maiores empresas dos Estados Unidos estariam utilizando práticas contábeis agressivas para inflar os supostos lucros gerados pelo boom da inteligência artificial.
Os comentários mais recentes de Burry sobre a Tesla surgem pouco depois de a empresa adotar a medida incomum de divulgar estimativas de vendas que indicam uma perspectiva abaixo do esperado para suas entregas de veículos.
A Tesla passou por uma verdadeira montanha-russa neste ano. A empresa, cujas ações atingiram recentemente um recorde histórico de fechamento de $489.88 (R$ 2.689,15), viu seus papéis despencarem no primeiro trimestre em meio à concorrência acirrada (especialmente de fabricantes chineses de veículos elétricos) e ao desgaste de imagem causado pela retórica política controversa de Elon Musk.
No pré-mercado de quarta-feira, as ações da Tesla eram negociadas praticamente estáveis. No acumulado de 2025, os papéis da empresa já registram alta superior a 12,5%.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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